Terra Papagalli e a variação linguística

25 03 2009

Um aspecto importante na construção do livro Terra Papagalli é a tentativa dos autores de causar estranhamento nos leitores através da linguagem dos personagens, que tenta imitar variedades linguísticas. Aí vão os tópicos que podem ser discutidos (cuidado com as respostas repetidas):

1. Que tipo(s) de variedade(s) os autores tentam reproduzir?

2. Como você acha que foi o processo para essa reconstrução?

3. É possível reproduzir a fala dos personagens como eles pretendiam? Por quê?

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25 03 2009
mateus00vieira

Os autores tentam reproduzir variedades históricas.
Percebe-se ,neste fragmento do texto, como a palavra muito era escrita:

“Diário de viagem de Cosme Fernandes, que MUI destemidamente atravessou o mar oceano e foi o primeiro a ver e pisar a terra dos papagáios”

Acho que o processo de reconstrução deste texto foi muito difícil, pois como a língua muda com o passar dos tempos, eles tiveram que fazer várias pesquisas para chegar a uma conclusão ,de como certa palavra era escrita na determinada época.

Não, pois não se deve ter nenhum relato de algum diálogo dos povos daquela época. E se tivesse tudo seria diferente, o sotaque, as gírias, etc.

Mateus Vieira- 1º ano “A”

25 03 2009
nando27117

1- Variedade histórica e social.
2- Pelo acesso a documentos existentes naquela época, como por exemplo a carta de Caminha. Nela pode ser observado como eles usavam a variedade histérica e social.
3- Sim. Porque existiam fontes, com isso, ele obtinham o conhecimento necessário para fazer esta reconstrução.

José Fernando 1ºD

25 03 2009
Raphaela França

1- Os autores do livro tentam reproduzir as linguagens oral e escrita utilizadas na época do descobrimento, tanto pelos portugueses, quanto pelos indígenas.

2- Acredito que eles pesquisaram de acordo com fontes históricas datadas da época, como a Carta do Achamento de Caminha, e por elas tentaram reproduzir a linguagem escrita, assim como pesquisas entre aldeias indígenas que até hoje tem sua própria língua, revelando algumas partes do vocabulário daquele tempo.

3- Não dá para reproduzir com exatidão as palavras daquela época, porque assim como numa carta não existem a maioria das palavras do dicionário, não se sabe como as pessoas falavam naquele tempo, são feitas apenas suposições, e alguns vocábulos se perdem com o passar dos anos mesmo, sendo assim, não se pode ter um resultado propriamente igual ao linguajar de 500 anos atrás.

Raphaela França, 1º A

25 03 2009
Professora Bianca

Mateus,

Quando lemos o Auto de São Lourenço, hoje, não vimos diálogos entre personagens que moram no Brasil no século XVI?

25 03 2009
Ricardo Ferreira

professora tem que comentar sobre todos os temas?

25 03 2009
mateus00vieira

É mesmo professora, vou mandar outro ok?!

25 03 2009
mateus00vieira

Os autores tentam reproduzir variedades históricas.
Percebe-se ,neste fragmento do texto, como a palavra muito era escrita:

“Diário de viagem de Cosme Fernandes, que MUI destemidamente atravessou o mar oceano e foi o primeiro a ver e pisar a terra dos papagáios”

Acho que o processo de reconstrução deste texto foi muito difícil, pois como a língua muda com o passar dos tempos, eles tiveram que fazer várias pesquisas para chegar a uma conclusão ,de como certa palavra era escrita na determinada época.

Não, pois tudo seria diferente, o sotaque, as gírias, etc.

Mateus Vieira 1º ano “A”

25 03 2009
josecarlosmello

1. Os autores do livro tentam designar uma linguagem própria da época…

2.Deve ter sido um pouco difícil, pois não utilizamos a linguagem da mesma forma,… E de certa forma adaptamos a linguagem ao nosso cotidiano criando sempre novas palavras e formas de escrever diferentes, como a menos de um século se escrevia maquilagem hoje se escreve maquiagem… Do mesmo modo que falamos computador boa parte da população sabe o que é, se falássemos naquela época não saberiam, como coisas usadas naquela época não utilizamos mais…

3. Não exatamente da mesma forma, pois existiam gírias, e tendo como única forma de diálogo (escrito) na época as cartas, as quais tiveram de ser estudadas cuidadosamente pelos autores…

25 03 2009
victoriarruda

1. Eu acho que os autores tentaram fazer com que a linguagem falada entre os personagens fosse semelhante à linguagem da época em que a estória é narrada (ano de 1500).

2. Eu acredito que os autores tiveram que pesquisaram muito sobre como era a linguagem da época e buscaram bastante também através de registros históricos (como as cartas, por exemplo, a do Achamento de Pero Vaz de Caminha).

3. Acredito que possa ter ficado muito parecida com a linguagem da época, mas claro que não pode ser igual, pois, por mais que eles tenham pesquisado a linguagem da época, não se pode ter a linguagem idêntica, até porque ninguém pode saber exatamente como se falava na época, mas os autores podem ter passado pelo menos uma ideia de como era essa linguagem.

Victoria Arruda, 1º A

25 03 2009
Melyna Cavalcanti

1) Os autores tentam reproduzir a linguagem na época do descobrimento,tanto na forma oral quanto na forma escrita.

2) Eles, acredito, que pesquisaram em fontes histórias, documentos, e procuram se informar, até descobrirem como era a escrita de determinada palavra daquela época.

3) Acho que não dá para reproduzir com exatidão, pois como disseram alguns colegas acima a linguagem muda, não só na forma de falar como também de escrever, e principalmente uma linguagem de 500 anos atrás.

25 03 2009
Mariana Alencar

A variedade que mais predominou no livro foi a histórica, pois há em muitos momentos de Terra Papagalli em que os autores tentaram colocar o vocabulário de acordo com aquela época. Para isso, eles devem ter feito muitas pesquisas a respeito da escrita que era utilizada, mas não ausaram totalmente devido à falta de resultados das pesquisas, já que não há muitos documentos em que revelam o modo como os indígenas e os portugueses se comunicavam. Um trecho em que se percebe que os autores tentaram inserir a escrita de 500 anos atrás é:

” Nesse combate feriu de morte DEZASSETE janízaros, mostrando-se valente como um tigre para preservar a vida desse nobre que, MUI sabiamente, escondera-se num barril” (página 9)

Acho que eles, os autores, não conseguiram reproduzir as falas como pretendiam pois, como dito anteriormente, não há muitas fontes que determinavam como se falavam e escreviam os portugueses e os índios naquela época.

25 03 2009
caiomellooliveira

1º) O autor tenta reproduzir uma linguagem muito antiga, que é do passado e que poderia ser dita como a linguagem, na minha opinião, a “mal falada” e “mal escrita” na época.
2º) Por estudos de antigos documentos desta época, historiadores identificaram esse tipo de linguagem utilizada pela sociedade na época que na época em que foram feitos.
3º) Não, porque não se sabe realmente se a linguagem escrita é a mesma linguagem que era falada na época. Como hoje nós temos palavras com escritas de uma formas e ditas de outra, naquela época poderia também ter esses tipos de palavras, não por ser obrigatoriamente falado de outro jeito, e sim por ter variação pela sociedade da época.

Caio Mário Mello Costa Oliveira Sobrinho 1ªB

25 03 2009
Bruna Moura

Professora, o comentário que a aluna Mariana Alencar escreveu, na verdade fui eu que escrevi, só que não percebi que estava logada no dela, então considere como Bruna Moura do 1º C que fez o comentário.

25 03 2009
Gabriela Lopes Ferraz

Um lado interessante do livro é a linguagem utilizado, que é uma linguagem predominada daquele tempo, tanto do lado indígena como dos portugueses. Os autores pesquisaram até as expressões daquela época, para poder dá mais senso de realidade. Não dá para saber os significados exatos de todos, pois muitas das palavras não compõem mais no dicionário atual.

Gabriela Lopes Ferraz 1° B

25 03 2009
catarinalustosa

I) Eu percebi no livro Terra Papagalli, o uso de uma linguagem escrita onde persiste o contexto histórico que se passa o descobrimento. Onde existem as variedades sociais, históricas, e regionais.

II) Na minha opinião, a reconstrução desse livro, foi feita à partir de análises de textos da época, pois além de ser uma linguagem histórica e rebuscada, ela pode ser compreendida por nós muitas vezes. E além do contexto histórico, os autores também precisam saber como eram o modo de falar dos portugueses e das tribos índigenas naquela época, onde cada grupo possuía sua característica.

III) Não. Pois como os comentários acima disseram, não se sabe realmente como era reproduzida certas falas naquela época, onde muitas além de se distinguirem, outras já foram extintas do nosso vocabulário.

Catarina Lustosa 1º A

25 03 2009
brunaraphaela

No livro predomina a variedade histórica, presente no período vivenciado por Cosme Fernandes. Isso tudo se deu provavelmente por meio de pesquisas com objetos históricos (cartas, documentos, etc). Eu acho que eles tiveram exito na reprodução das falas dos personagens, já que os documentos existentes dão uma base boa.

Bruna Raphaela, 1° D.

25 03 2009
felissacalado

1- Variedade histórica e geográfica.

2- Acho que antes de começar a escrever esse livro os autores precisaram pesquisar muito sobre o português de Portugal, e mais ainda por ser o um português antigo, que provavelmente algumas expressões do livro não são mais usadas hoje em dia.

3- Acho que não, pois mesmo com muitas pesquisas nunca é possível falar exatamente como as pessoas que viveram aquela época, e ainda tem um agravante, pois como o livro é uma carta, que conta situações do dia-a-dia, em alguns momentos foi usada uma linguagem informal, dificultando ainda mais reproduzir a fala com exatidão, pois nem sempre as pesquisas têm a linguagem informal.

Felissa Calado 1ªB

25 03 2009
marialuisacampos

1- Variedade histórica.
2- Creio que eles procuraram por fontes históricas daquela época, como por exemplo a Carta do Achamento de Caminha, onde eles puderam ter uma idéia de como era a linguagem escrita naquela época, tentando reproduzi-la.
3- Não. Pois os autores tentaram reproduzir a linguagem através de documentos daquela época, mas só os documentos não possuem todas as palavras que eram ditas de forma diferente há 500 anos.

25 03 2009
marialuisacampos

Professora, me desculpe, esqueci de botar minha sala!

Maria Luísa Loebler Campos – 1C

25 03 2009
Evanea Maria

1. Os autores se baseiam nas variedades lingüísticas (linguísticas) daquela época, tanto por parte dos portugueses quanto dos indios índios. Criando um clima histórico quanto a à narração.

2. Por meio de pesquisas da escrita daquela época e Tambem também de leituras das obras, que contém formas de tratamento, gramatica gramática e uso de palavras, que os autores empregaram no livro.

3. Não com inteiro exito êxito, pois não se consegue guardar todas as expressões, palavras e modos de falar de determinada época. O que os autores conseguem é se aproximar do modo que eles falavam. Apesar de todas as fontes que eles obtiveram, é impossivel impossível representar com exatidão o modo de falar daquela época.

Jéssica Buarque Vilanova 1º E

25 03 2009
rosenoalves

1 – Tentam reproduzir variedades temporais e culturais, diferença de dialeto entre indígenas e portugueses, por alguns pontos como: cultura e região que se vive, há uma brusca diferença entre a Europa e o Brasil hoje, em 1500 a situação deveria ser bem pior.

2 – O processo deve ter dado muito trabalho, para poder reproduzir uma linguagem que hoje em dia não se vê em um livro, é trabalhosa a tradução, a concordância, ler a antiga língua portuguesa é difícil de entender, quanto mais colocá-la em um livro.

3 – Dá pra tentar reproduzir, mas o resultado não é garantido, a língua daquela época era bastante variada, um texto que Wellington mostrou, tinham pelo menos 3 jeitos bem diferentes de escrever “linguagem” , onde o autor do texto achava que a palavra era pronunciada mais forte ou mais fraca, ele mudava boa parte da palavra, pode se reproduzir com uma semelhança, mas perfeitamente acho que não.

Roseno Alcântara, 1ºB

25 03 2009
brunaandrade

1 – A variação predominante é a histórica, do período do descobrimento do Brasil.
2 – O processo de reconstrução, na minha opinião, foi feito a partir de documentos históricos da época, como os textos presentes na literatura de informação e catequese.
3 – Eles não podem afirmar com precisão, pois o vocabulário utilizado naquela época é muito diferente da que usamos hoje em dia, afinal, a língua está sempre mudando.

Bruna Andrade, 1° D.

25 03 2009
kevinmeloaccioly

1- Eles sempre tentavam reproduzir a linguagem do século XVI, falada por uma pessoa com considerável nível intelectual, assim com um vocabulário maior e palavras incomuns.
2- Acho que primeiro o livro foi escrito na variedade atual. Posteriormente, os autores fizeram pesquisas sobre o português do século XVI e assim reescreveram o livro tentando aproximar a linguagem à falada na época do descobrimento, mas com adaptações para que os leitores de hoje em dia pudessem entender.
3- Não, pois não há como afirmar com certeza que se falava exatamente como foi escrito no livro. A linguagem do livro é uma tentativa de aproximação à linguagem falada no século XVI. Além disso, não havia normas de gramática naquela época, então provavelmente a adaptação seguiu as normas gramaticais de hoje em dia.

25 03 2009
lhas

Os autores buscam usar resgatar uma variedade histórica, ou até mesmo cultural.

Na minha opinião essa linguagem histórica é resgatada através de documentos dessa época, livros, cartas, relatos e outras fontes, porém não há como obter uma linguagem perfeitamente igual à da época em que se passa a história do livro, porque, com o tempo, a linguagem antiga vai se perdendo graças aos avanços das línguas, então o modo de falar e a escrita vão sendo mudados aos poucos, e não tem como obter uma linguagem perfeitamente igual porque não tem nenhum documento livro ou outras fontes com as linguagens daquele tempo, como por exemplo uma gramática.

Lucas Henrique Alves dos Santos 1º E

25 03 2009
Daniel Lins

1-Os autores tentam de alguma forma reproduzir a linguagem utilizada na época do descobrimento, embora a linguagem ainda contenha traços atuais.
2-Acredito que acessando documentos, fontes históricas e escritas utilizadas naquela época. Posso comentar a respeito da Carta do Achamento, pois nela podemos observar a variedade linguística daquela época.
3-Não. Os autores não podem reproduzir um diálogo usando identicamente as palavras daquela época. Não se tem idéia realmente das palavras que existiam naquela época, com o tempo as palavras vão sumindo e outras acabam substituindo o significado de tal palavra.

Daniel Bezerra Lins 1 ano F

25 03 2009
Caroline Stadtler 1ºB

1. Eles reproduzem tanto alguns traços do português de Portugal, como a mistura entre elementos do português com o tupi. Um tipo de variação histórica tambem é utilizado.

2. Foi um processo longo, que se passava de geração em geração, e que aos poucos, resultou na nossa lingua atual, com elementos e palavras indígenas, e o idioma original, português.

3. Não exatamente. Porque a maioria dos textos daquela época, foram escritos por portugueses que não tiveram contato com a cultura indígena, portanto, fica difícil traçar um caminho por entre as duas linguas.

25 03 2009
rodrigo1193

1. São encontradas no livro, adaptações à grafia utilizada na época do descobrimento do Brasil, o que caracteriza uma variedade linguística Histórica.

2. Acredito que o processo para essa reconstrução deve ter sido fácil, pelo fato da quantidade de documentos, cartas e textos existentes sobre a época ser muito grande. Essa facilidade deve ter sido encontrada também, por causa do idioma utilizado que é bem semelhante ao hodierno.

3. Perfeitamente não, mas com uma boa aproximação sim. Os autores não fizeram isso sem ter se aprofundado no tema, provavelmente os autores devem ter estudado sobre este assunto para poder escrever o livo com a maior aproximação possível do que ocorreu.

Rodrigo Barros 1ºC

25 03 2009
Professora Bianca

Ricardo,

Não entendi o que você quer dizer com “todos os temas”. Se for “em todos os tópicos”, não, bastam 5 que sejam relacionados ao livro.

25 03 2009
julianapitta

1. Os autores tentaram reproduzir a fala que as pessoas utilizavam na época (variedade histórica). No meu ver eles não conseguiram fazer isso de um modo muito fiel, pois se você for ver cartas escritas na época, não chega nem perto do modo que os autores usaram no livro, algumas expressões e palavras mostram que é da época, mas no todo o modo de se expressar da a impressão de que eles vivem nos dias atuais, então eu não acho que eles passaram a impressão que desejavam.

2. Para se conseguir chegar mais perto possível da linguagem usada na época é preciso estudar os textos escritos na época, cartas, livros, tudo que puder dar uma noção de como as pessoas falavam.

3. Não, pois é quase impossível reproduzir a fala de uma época com exatidão sem ter vivido nessa época, mesmo com livros, textos, documentos. E o que torna ainda mais difícil é que esses textos não mostravam necessariamente a realidade das pessoas na época, isto é, o modo de como se expressavam.

Juliana Camboim Pitta 1 ano E

25 03 2009
Natália Kelsch

1- Acho que no livro os autores procuraram usar diferentes variedades linguísticas, não só porque acham bonito ou algo do tipo, mas sim devido ao enredo usado e também à época que o livro retrata. Tudo se encaixa de um jeito que seria mais estranho para o leitor se ele começasse a ler o livro e nele encontrasse uma linguagem usada atualmente.

2- O processo não deve ter sido nem um pouco fácil. Devido a época, as diferenças da linguagem recente e da linguagem antiga são muitas. Fazer esse processo de reconstrução acho que foi como voltar no tempo (a partir de alguns registros “restaram”, claro) e procurar indícios de como era mais ou menos as expressões usadas antigamente, sem possuir uma verdadeira noção que era de tal modo.

3- Não. Já que seria muito difícil ter sobrado alguma prova concreta de como era a linguagem do povo antigamente. O diálogo usado pelos personagens no livro pode ser representado mais como um pensamento do que se foi adquirido daquela época.

Natália Kelsch, 1° ano “A” EM

25 03 2009
Paulo Lima

1- Os autores tentam reproduzir a linguagem oral e escrita por meio de variedades históricas e sociais.
2- O acesso à variedade histórica, se deu pela utilização de documentos quinhentistas, já a variedade social pode ser interpretada pelo nosso conhecimento de mundo comtemporâneo. Por isso a linguagem é característica de uma paródia. Um certo tom de humor é trazido a mesma, com o uso também de certas expressões antigas, clichês e lugares comuns.
3- Não. A reprodução das falas era impossível, uma vez que o instrumento que tinham os autores a respeito dos povos dessa terra, era insuficiente para esse registro; além de que a literatura era meramente informativa, dando ênfase a descrição da terra e dos povos que nela habitavam. Por isso, foi necessária uma interpretação linguística por parte dos autores, que reproduziram as falas da época, inteiramente baseados em documentos e na sua imaginação.

1ºD

25 03 2009
Professora Bianca

José Carlos,

Temos outros textos que sobreviveram àquela época, além das cartas. E quanto à questão lexical, os dicionários antigos não dão conta deste universo de coisas que não existem mais?

25 03 2009
Mayana Maranhão

1 – A variação referente aos aspectos de linguagens daquela época, como o mui, por exemplo e a variedade histórica.

2 – Por meio de pesquisas, históricos e uma sondagem em documentos da época.

3 – Sim, porque por meios de estudos, como as cartas de Caminha, os registros históricos da época, entre outros documentos, que podem confirmar a maneira de descrição que os viajantes faziam, podem nos passar a ideia de como seria reproduzido numa fala de personagens.

25 03 2009
Lucas Galvão

1- Os autores tentam reproduzir variedades históricas.
2- Esse processo provavelmente foi realizado pela análise de texto da época em que se passa a história, um exemplo de texto que pode ter sido analisado para a reprodução dessa variação é a carta de Pero Vaz de Caminha.
3- Não, pois não tem como reproduzir os diálogos da época com extidão exatidão, já que não devem existir relatos de todas as gírias e variações.
Lucas Galvão 1ºD

25 03 2009
hannahriff

1. Que tipo(s) de variedade(s) os autores tentam reproduzir?
Todas as línguas sofrem modificações, e a língua portuguesa não é diferente. A variedade linguísta linguística mais perceptível no texto é a histórica, já que Cosme Fernandes usa palavras que hoje em dia não são mais utilizades, como Mateus falou o ‘Mui’ é um exemplo.

2. Como você acha que foi o processo para essa reconstrução?
Como outros já disseram, acho que o processo para a reconstrução foi difícil, visto que é complicado conseguir passar expressões usadas na época para os dias atuais, o português vem sendo modificado e desde aquela época para os dias atuais mudou bastante. Então devem ter feito muitos estudos e pesquisas, (isso é meio óbvio, acho né?). Além do que algumas palavras eram em tupi e só poderiam ser traduzidas por pessoas que passaram algum tempo convivendo com os índios ao ponto de saberem (ou deduzirem) o que eles estavam falando.

3. É possível reproduzir a fala dos personagens como eles pretendiam? Por quê?
É o que Raphaela falou e o que eu disse na questão anterior, algumas palavras são suposições, nem todas as palavras nós podemos ter absoluta certeza do seu significado, mas podemos deduzir que seja isso ou aquilo. É bastante complicado e devemos ter como fonte outros textos históricos para podermos fazer uma comparação.

Hannah Riff 1º A

25 03 2009
Isaac Tôrres de Carvalho Alves

Professora, ficaria difícil não colocar as frases parecidas, mas aqui vai:

I- Os autores tentam reproduzir a variedade linguística da época histórica na qual Cosme Fernandes viveu suas aventuras, isto é, uma variedade histórica.
II-Acharam esta variedade de fontes históricas e as veicularam a partir das mesmas, ou seja, com documentos históricos da época que usavam a mesma linguagem deste contexto histórico.
III-Claro que sim, pois como foi dito no item 2, há registros suficientes que usam a variedade linguísticas de antigamente e textos atuais que fazem adaptações já por causa da comparação de palavras antigas.

Isaac Tôrres, Primeiro ano “E”

25 03 2009
Ana carolina

Achei bastante difícil a linguagem usada no texto, tive algumas dificudades para enteder, mas pelo que percebi a linguagem que é usada é exatamente a que predominava naquela época, creio que eles tiverem que pesquisar bastante sobre como era a escrita daquele tempo para que o livro pudesse ficar caracterizado de acordo com a época.
Ana Carolina Batista 1ºC

25 03 2009
josepaschoal

Os autores do livro tentam reproduzir uma linguagem padrão da época(época do descobrimento).
Quanto a processo de pesquisa e reprodução acho que não deve ter cido sido muito fácil porque pelo tempo que passou e as mudanças que ocorreram em alguns documentos da época, mas por outro lada lado ainda há documentos originais que retratam este periodo, e acredito que por esses documentos que eles pesquisaram.

25 03 2009
josepaschoal

Os autores do livro tentam reproduzir uma linguagem padrão da época(época do descobrimento).
Quanto a processo de pesquisa e reprodução acho que não deve ter cido sido muito fácil porque pelo tempo que passou e as mudanças que ocorreram em alguns documentos da época, mas por outro lada ainda há documentos originais que retratam este periodo período, e acredito que por esses documentos que eles pesquisaram.
De certa forma não, porque só existe relatos de cartas, ou seja, não tem como saber a maneira como eles falavam, como se espresavam expressavam.
José Paschoal
1° “F”

25 03 2009
Bruno Henrique

Os autores tentam reproduzir a linguagem falada tanto pelos indígenas quanto pelos portugueses da época de 1500 .

Eu acho que eles pesquisaram através de documentos da época e de cartas como a de ” Pero Vaz Caminha para ter uma noção da linguagem falada de antigamente

Com certeza ficou parecida se eles tiveram como base cartas e documentos da época, porém nem todas palavras estão expressas em documentos portanto é impossível o livro ter reproduzido a forma de escrita e a forma de falar da época.

Bruno Henrique 1ºC

25 03 2009
lorrainemorais

1. O tipo de variedade linguística que é abordada pelo livro, é a histórica e isso mostra ao longo do texto.

2. Penso que, a reconstrução dos textos foram bastante difícies foi bastante difícil, pelo fato de não ser a mesma linguagem utilizada nos nossos dias. A mudança de gírias, de jargão, de sotaque, palavras que não são mais utilizadas, causou consistiram num grande desafio para os autores, fazendo com que eles buscassem bastantes informações, para a reconstrução.

3. Creio que exatamente como eles falavam não é possível, pois como mencionei ai em cima anteriormente, o jeito de falar, as palavras, o entendimento, muda conforme o passar dos anos. Mas com a variedade de textos que se encontram daquela época, é possível chegar perto. Mas não como eles realmente falavam.

Lorraine Morais- 1° A

25 03 2009
Professora Bianca

Mariana Alencar,

Existe uma documentação bastante vasta sobre a época e até mesmo gramáticas do tupi e da língua geral, como era chamado o dialeto que mistruava tupi, português e espanhol, e que foi a língua predominante no Brasil até o século XVIII.

25 03 2009
livia

A variedade utilizada no texto pelos autores, é a chamada variedade histórica principalmente. mas podemos também citar a variedade social ou cultural, para percebe-las notamos que a cultura dos indígenas difere bastante da dos portugueses, algo que é bem representado no livro.
-
O processo que os autores utilizaram na construção do texto e para conseguir chegar o mais próximo possível da variedade usada pelas pessoas na época foi na base de leitura de textos literários, de 1500, a época onde as pessoas falavam realmente da maneira retratada pelo autor. (que período graaande, foi mal) resumindo: leitura de textos da epoca, pesquisas etc.
-
Não totalmente, pois, por exemplo, ninguém que quiser retratar modo como falamos daqui a 100 anos (e as vezes até menos que isso) iria conseguir fazer completamente igual. Então, por mais que hajam pesquisas a respeito, nunca vai acontecer de alguem falar tudo igual, até mesmo porque, teriam muitas coisas que seriam mais dificeis de entender!

25 03 2009
Professora Bianca

Bruna,

Para não haver confusão no tópico, reescreva a postagem com a sua identidade, ok?

25 03 2009
Bruna Moura

A variedade que mais predominou no livro foi a histórica, pois há em muitos momentos de Terra Papagalli em que os autores tentaram colocar o vocabulário de acordo com aquela época. Para isso, eles devem ter feito muitas pesquisas a respeito da escrita que era utilizada, mas não ausaram totalmente devido à falta de resultados das pesquisas, já que não há muitos documentos em que revelam o modo como os indígenas e os portugueses se comunicavam. Um trecho em que se percebe que os autores tentaram inserir a escrita de 500 anos atrás é:

” Nesse combate feriu de morte DEZASSETE janízaros, mostrando-se valente como um tigre para preservar a vida desse nobre que, MUI sabiamente, escondera-se num barril” (página 9)

Acho que eles, os autores, não conseguiram reproduzir as falas como pretendiam pois, como dito anteriormente, não há muitas fontes que determinavam como se falavam e escreviam os portugueses e os índios naquela época.

25 03 2009
Bruna Moura

Professora, não sabia que existia esse documento que deixava claro a linguagem daquela época. Então acredito que os autores não puseram a linguagem de 500 anos atrás pois, os leitores não entenderiam a maioria das palavras presentes no livro.

Bruna Moura 1º C

25 03 2009
Professora Bianca

Gabriela,

Não seria o caso de se buscar um dicionário etimológico?

25 03 2009
lucianabarreto

1. Os autores tentam reproduzir basicamente variedades históricas .

2. Acho que eles fizeram várias pesquisas em livros, na Carta de Caminha, até mesmo em algumas aldeias índigenas, para tentar chegar o mais perto possível de como era a linguagem naquela época.

3. Não, Eles não tem como comprovar que eles se falassem em alguma língua, primeiro porque foi um fato que aconteceu a mais de 500 anos atrás, então
niguém pode dizer com certeza como era a comunicação entre eles e que tipo de linguagem eles utilizavam.

1ºB.

25 03 2009
edisefreire

1- Os autores da obra tentam reproduzir as linguagens utilizadas na época do quinhentismo, variedade histórica, de acordo com os personagens daquele tempo, ou seja, portugueses e índios.

2- Provavelmente através de pesquisas, fontes históricas, com objetivo de aprimorar a linguagem escrita, para que a obra se torne cada vez mais real.

3- Não, por mais pesquisas que eles elaborassem não iriam conseguir retratar exatamente a linguagem utilizada naquela época. Claro que quanto mais conhecimento mais similar fica, porém não podemos estabelecer uma relação de igualdade entre a linguagem que foi utilizada no quinhentismo, e esta, que no livro tenta ser a mais parecida possível, pois de acordo com meus conhecimentos, acho que não seria possível uma retratação exata da linguagem.

Edise Freire, 1° C.

25 03 2009
Professora Bianca

Catarina,

Que elementos mostraram a você os regionalismos e as variantes sociais?

25 03 2009
Professora Bianca

Felissa,
Que elementos mostram a existência desta variante geográfica?

25 03 2009
Professora Bianca

Maria Luisa,

Será que é preciso conhecer TODAS as palavras para se reproduzir uma variante?

25 03 2009
felissacalado

Acho que os elementos que mostram a variante geográfica são: quando ele diz ”mui” em vez de muito, quando diz ”rapazote” em vez de rapaz, entre outros.

25 03 2009
thiagofeitosa

I – A variedade histórica, pois os autores tentam retratar a história da forma mais realista possível, ou seja, com a linguagem que era utilizada naquela época.

II- Com certeza por pesquisas, reforçando a ideia acima, pois quanto mais informações obtidas, mais real o texto se torna.

II – Não, não é possível reconstruir exatamente a linguagem da época do quinhentismo, até porque predominavam outras culturas, crenças, e principalmente educação. Mas claro que as fontes históricas contribuem para que a história fique mais real junto com a linguagem utilizada.

Thiago Feitosa – 1° A.

25 03 2009
Tulio Buarque

1. Que tipo(s) de variedade(s) os autores tentam reproduzir?

R: eles Eles retratam a linguagem e modo da escrita daquela epoca época, dos indios índios e dos portugueses.

2. Como você acha que foi o processo para essa reconstrução?

R: eles Eles retiraram de varios vários documentos, como cartas, dicionarios dicionários, livros, entre outros.

3. É possível reproduzir a fala dos personagens como eles pretendiam? Por quê?

R: nao ,pois nao Não, pois não tem como provar se a linguagem falada era parecida com a linguagem escrita daquela epoca.

Tulio Buarque 1 ano B

25 03 2009
Ricardo Ferreira 1° A

1- O autor do livro usa a variedade hitórica para melhor representar a linguagem falada na época.
2- Acho que foi atraves de estudos que o autores fisseram* fizeram sobre a linguagem falada época que se passa o livro, também devem ter usado livros e textos escritos na época para melhor compreeder a ortografia.
3- Não, porque acho que não é possivel saber como era exatamente a liguagem dessa época porque nem todas as palavras presentes no livro podem se achadas em pesquisas sobre a liguagem da época.

25 03 2009
Ana Maria Couceiro

Acho que o processo de reconstrução desse tipo de linguagem, que é uma linguagem mais antiga, foi feito através de várias pequisas. Os autores devem ter pesquisado em documentos que utilizavam essa linguagem e através de pessoas especializadas nisso devem ter estudado seus significados. Eles conseguiram causar estranhamento nas pessoas, pelo menos para mim. E quando mais for a distância daquela época mais estranho vai ficar para quem lê.

Ana Maria 1º ano ‘A’

25 03 2009
Professora Bianca

Roseno,

No caso de indígenas e portugueses não podemos falar de diferença de dialeto, porque isto supõe que eles têm uma raiz lingüística comum. Ali temos é duas línguas completamente distintas, que se desenvolveram a partir de raízes totalmente diferentes e que não compartilham seus sistemas de organização, nem no plano fonético nem no sintático.

25 03 2009
Pedro Godoy - 1º B

1- Os autores tentam reproduzir a variedade daquela época, variedade esta histórica, social e cultural.
2- Para esta construção fez-se necessária a utilização de registros daquela época, podendo até mesmo ter sido utilizados registros de pessoas envolvidas no enredo do livro.
3- Não é possível reproduzir com exatidão a fala das personagens, porém devido aos registros obtidos, acaba sendo capaz de realizar-se uma aproximação da variedade utilizada por eles.

25 03 2009
renato2303

1- A época e o local que ocorreu a história.
2- Linguagem indígena->Como não havia linguagem escrita em tupi os autores tentaram reproduzi-las do jeito que melhor se pronunciasse.
Linguagem dos portugueses->Na época não haviam havia grandes diferenças entre os dialetos europeus, todas eram baseados no Latin Latim. Porém para simplificar a linguagem para seu leitor-alvo o autor apenas colocou seu texto em português, com uma variação linguisticas linguística “compreendivel” compreensível, e pôs algumas expressões arcaicas, como “mui”, mas que possuem fácil entendimento.
3-Sim, escrituras e documentos da época foram conservados desde o século XV ao século atual. Isso ajudou muito para entender a realidade daquele tempo.

Renato Machado Farias 1º Ano, D.

25 03 2009
Professora Bianca

Bruna Andrade,

Os documentos usados para a pesquisa não mostrariam qual o vocabulário usado na época?

25 03 2009
Rebeca Fernandes

I. Inicialmente percebe-se a variação histórica, como se pode observar nesse trecho: “Senhor MUI alto rei de Portugal, acalme-se…”. Também percebe-se a variação social, como por exemplo pode-se observar nos dois fragmentos apresentados abaixo:
1) “[...] O Criador nos concedeu a grande vitória de achamento dessa terra que, pelo alto tratado assinado pelo SUMO PONTÍFICE…”
2) “ É viver um nunca fartar-se
Porque se diz que ter é bom
Mas o homem não quer o dom
Se não pude do ter JACTAR-SE”.
II. O processo de reconstrução desse texto deve ter sido muito difícil, pois atualmente não são muito utilizado os termos utilizados naquela época, ou por não acharem adequado ou por acharem ultrapassado\cafono. E também porque a única fonte confiável que os autores podem utilizar são as cartas escritas naquela época, que não contêm a linguagem “completa” utilizada pelos portugueses.
III. Não consegue ser reproduzida da mesma forma, pois os autores provavelmente se basearam nas cartas deixadas por eles. E como eles não escreviam tudo que falavam, muitos termos e palavras não foram preservadas no livro.

Rebeca Fernandes, 1º A

25 03 2009
duso

Como ja já se falou a variedada variedade encontrada é a histórica e a cultural tambem em algumas passagens, quando ele se refere a lingua à língua dos nativos, a qual ele faz um breve sumario dessa lingua como ele mesmo se refere. Ambas as variedades para serem utilizadas foi necessário uma vasta pesquisa, para poder ser possivel representar o modo com que os personagens falavam, o processo para adaptar o livro a essa linguagem deve ter sido bastante complicado e demorado, pois requer uma certa paciencia para poder reproduzir tipos de linguagens não muito utilizados hoje em dia.Em relação as falas dos personagens os autores representaram de uma forma que podemos ter uma ideia de como era a linguagem naquela época,porém não é possivel representar com exatidão a linguagem utilizado, pois como ja se foi dito há uma difenrença diferença de epocas épocas muito grande e a linguagem está sempre variando.

Ana Eduarda Vasconcelos 1º C

25 03 2009
camiladeazevedomattos

Eles tentam reproduzir a a variedade da época e do local, pois os dialetos falados em Portugual não eram os mesmos falados na América, e muito menos eram iguais aos que falamos todo dia, pois a língua muda muito durante o tempo.
Eu acho que tiveram que pesquisar muito, até porque, a língua indígena não foi tão “cultivada” quanto o português, e se têm há muito menos registros dos dialetos.
Não, as falas dos personagens não puderam ser escritas de uma forma certa, porque não se tinha uma regra certa e concreta, cada um escrevia do seu jeito

1ºC

25 03 2009
marianaleal

Os autores tentam reproduzir uma variedade lingüística linguística histórica, já que o livro se passa em 1500, um período onde encontramos um português muito diferente do falado ultimamente. Para se reproduzir de forma em que seja possível notar claramente as diferenças lingüísticas linguísticas, é preciso um bom tempo de pesquisa, os autores têm que ter certa intimidade com esse tipo de português para se fazer uma boa narração. Essa pesquisa pode ser feita nas cartas que descreviam o Novo Mundo, ou em livros e textos daquele tempo que conservassem sua ortografia original. Nunca será possível retratar de maneira totalmente fiel o modo como era falada a Língua Portuguesa naquele momento da História, levando em consideração que os autores nunca ouviram esse tipo de “sotaque”, pois muitas das palavras utilizadas antigamente deixaram de ser usadas antes mesmo de seu nascimento. Como já foi dito anteriormente em outro comentário, há certas “gírias” que nunca foram passadas para o papel, já que, querendo ou não, encontramos diferenças entre a linguagem oral e a escrita e só quem tivesse vivido na Terra dos Papagaios ou em Portugal poderia nos “contar” como elas eram. O Português antigo é usado em Terra Papagalli de uma forma sutil, apenas para capturar um pouco da realidade e tornar os fatos narrados mais verdadeiros.

Mariana Santos Leal 1º E

25 03 2009
dudajolkesky

1-Os autores da epoca época reproduzem uma linguagem com variação antiga, que se modifica muito de acordo com a área habitada. Podemos dizer que é uma linguagem muito diferente da que falamos hoje

2- Na minha opiniao opinião o processo para reconstruçao dos textos foram muitos trabalhosas foi muito trabalhoso, pois a linguagem vai se modificando com o passar do tempo, . para Para chegar aos resultados que podemos ver os pesquisadores tiveram que fazer pesquisas, estudo as linguagem, fazendo uma especie espécie de comparaçao comparação.

3-Nao Não, pois os dialogos diálogos normalmente nao sao não são escritos diferentes, diferente do que acontece na carta de caminha Caminha, sao são textos que no futuro vao vão poder ser estudados diferente dos dialogos diálogos, que nao não possuem mas mais nenhuma pessoa que possa comprovar aquilo que foi dito, com as mesmas palavras.

25 03 2009
dudajolkesky

1- Os autores da epoca época reproduzem uma linguagem com variação antiga, que se modifica muito de acordo com a area área habitada. podemos Podemos dizer que é uma linguagem muito diferente da que falamos hoje.

2- Na minha opiniao opinião o processo para reconstruçao reconstrução dos textos foram muitos trabalhosas, pois, a linguagem vai se modificando modificando-se com o passar do tempo, para chegar aos resultados que podemos ver. os Os pesquisadores tiveram que fazer pesquisas, estudo estudar as linguagem linguagens, fazendo uma especie espécie de comparaçao comparação.

3- Nao Não, pois, os dialogos diálogos normalmente nao não sao são escritos diferentes do que acontece na carta de caminha Caminha, sao são textos que no futuro vao vão poder ser estudados diferente dos dialogos diálogos, que nao não possuem mas mais nenhuma pessoa que possa comprovar aquilo que foi dito, com as mesmas palavras.
Eduarda Cesar Jolkesky 1ºE

25 03 2009
falcaorafa03

1-A linguagem do livro Terra Papagalli é da época do
descobrimento do Brasil (século XVI). Na obra notei o uso de uma expressão
Lusitana(Glória in excelsis) e do jargão Magister (como Videira era chamado).
2- Suponho, que os autores fizeram uma vasta pesquisa em enciclopédias, dicionários e gramáticas portuguesas, cartas da época do quinhentismo,para escrever o livro.
3- Não, porque a linguagem dos personagens do século XVI (cartas do Pedro Álvares Cabral,Cartas do Achatamento) possuia possuía outros vocabulários e dialetos diferentes da linguagem contemporânea.
Rafael Falcão Aguiar 1°A

25 03 2009
Professora Bianca

Lucas,

Claro que há documentos da época! Esqueceu da literatura de informação e a de catequese, só para citar o que foi produzido no Brasil? Ainda temos toda a literatura portuguesa do século XVI! E existiam, sim, gramáticas naquele período!

25 03 2009
Arthur Amorim 1º D

1. Os autores tentam reproduzir uma linguagem historica histórica (antiga), a linguagem que era usado usada no século 15 e 16. XV e XVI.
2. Eles bucaram em fontes como livros que foram escritos antigamente e fizeram a adequaçao adequação necesseria necessária para que o leitor entenda possa entender.
3. não Não, pois a pessoa pode pesquisar em fontes antigas mas não consegue reprodruzir reproduzir fielmente o linguajar da época.

25 03 2009
Mariana Araújo

I- Os autores tentam reproduzir uma variedade histórica, pois faz uso de uma linguagem antiga falada por nativos de aldeia indígenas.
II- Acho que essa reprodução se difere na variedade linguística predominante do livro que os autores usaram provavelmente fundamentalizado de pesquisas. Essa variedade é expressada com o emprego de vocábulos comuns para a época do descobrimento do Brasil e antigo, para nós, que já usamos outras maneiras de nos expressar.
III- É possivel entender ou reproduzir as palavras desconhecidas para nós, pois o contexto ajuda e o livro ainda traz um mini dicionário das palavras faladas pelos índios.
Mariana Araújo Pereira- 1º ‘E’

25 03 2009
Professora Bianca

Daniel Lins,

O fato de uma palavra desaparecer impede se identificar que num período determinado da história ela existiu e era usada com uma carga semântica X ou Y?

25 03 2009
rodrigo00

1- a variação predominante é a historiaca histórica, você percebe que é uma linguagem la dos tempos de 1500, a há muito tempo atraz.
2- Os escritores devem ter pesquisado muito, para saber como era a linguagem da quela daquela época, devem ter estudado muitos documentos, cartas antigas… por isso ficou muito dificil o processo de recontrução da linguagem.
3- acho que sim, mais não com 100% de certeza. Pois com o passar dos tempos a linguagem vai mudando muito, e é muito dificil você voltar no tempo e conseguir a linguaguem idêntica, como era na quele naquele tempo.
Joao Rodrigo 1ºA

25 03 2009
beatriz

1. Os autores tentam reproduzir a história, a geografia, mostra o tipo lingüístico e social.
Sua intenção é fazer com que você o leitor viva um pouco da época através do Terra Papagalli.

2. Para eles terem produzido este livro, eles devem ter lido muitos textos, cartas e documentos da época, pesquisado sobre o português de Portugal e ter feito vários estudos sobre a língua dos tupiniquins.

3. Não, pois ele não retrata com exatidão, apenas enfoca essa linguagem arcaica e indígena. Até porque é uma linguagem muito antiga, seria complicado para nós compreendermos, além de que acharíamos um livro chato e cansativo.

1º A

25 03 2009
luisa lins

1) Os autores tentaram reproduzir o dialeto falado na época para que a pessoa se localizasse melhor em relação ao tempo e espaço. Ou seja, eles usaram disso para fazer uma versão mais realista do que queria queriam retratar.
2) Para que o livro seguisse o dialeto usado em tal época, não deve ter sido muito fácil. Pela distância de tempo, muitas coisas mudaram, então tiveram que fazer uma pesquisa grande em relação ao assunto e terem tiveram cuidado para não caírem na tentação de usar expressões mais atuais.
3) Não exatamente, porque apesar de todas as pesquisas feitas e estudos de materiais da época, sempre se perde um pouco da verdade. Hoje em dia mesmo, às vezes mesmo estando presente no nosso dia-a-dia não reproduzimos direito. E apesar de ter um certo padrão de línguagem na época, cada um tem um modo próprio de desenvolver sua fala, ou seja, para que o script do livro tenha sido fiel ao personagem, não é muito fácil.

25 03 2009
jmaurob

1- Variedade histórica, o autor tenta usar uma variedade de quando os portugueses chegaram aqui, ou seja, na da época do descobrimento do Brasil.

2- Acredito que eles utilizaram as coisas da época do descobrimento, a escrita daquela época, textos antigos, tudo para resultar num livro com características da época.

3- Não totalmente igual, porque seria muito difícil ficar idêntico, ou seja, com tudo daquela época, precisaria de muita pesquisa e trabalho, além do que naquela época não existia um linguagem organizada.

José Mauro – 1° D

25 03 2009
amblard

1ª) Os autores tentam demonstrar uma linguagem que era vivida naquela época do descobrimento, para que as pessoas consigam distinguir a diferença entre aquela e esta época, representada de forma oral ou escrita.
2ª) Acredito que eles tiveram que “voltar ao tempo” para poderem fazer esse processo de reconstrução, procurando descobrir por arquivos, fontes históricas, cartas… de que modo era apresentada a escrita daquela época, palavras, formas de expressão, etc.
3ª) Sim, pois se eles se informassem bem como fosse a comunicação entre as pessoas de 500 anos atrás, eles poderiam adaptar ao modo de hoje e fazer uma alteração, tentando fazer com que ficasse igual ao daquela época.

Guilherme Amblard Wanderley – 1° Ano “E” – Ensino Médio.

25 03 2009
danielbelian

1) Variação histórica, cultural e social

2) Por estudos feitos através de documentos e registros daquela época, pois não haveria como os autores “adivinharem” como se falava naquele período.

3)Sim, tanto que eles o fizeram, e a fala, realmente, dá a impressão de ser daquela época.

25 03 2009
Bruna Queiroz

1. No livro os autores tentam reproduzir principalmente uma variação linguística histórica, para dar mais realismo ao texto, fazendo com que o leitor se envolva na história, perceba-a como sendo realmente uma história de época e continue com a leitura. Porém, ainda pode-se notar características do português atual. Também é percepitível a presença de variedades sociais, nas quais o autor quer fazer com que o leitor perceba o grau de cultura e riqueza dos personagens, pois quanto mais o leitor conhece o personagem, mais fácil fica de ele compreender e ficar envolvido na história.

2. Provavelmente, foi um processo bastante lento, pois além de ter que se preocupar com a elaboração do texto (que já é um processo delicado e, muitas vezes, também lento), o autor também deve ter tido que se basear em documentos históricos (como, por exemplo, a Carta de Caminha) e ter os estudado bastante, para então, reconstruir o texto (que provavelmente foi primeiro elaborado utilizando o português atual) e deixá-lo com “a cara” daquela época. Isso os deve ter os dado um árduo trabalho, mas, ao mesmo tempo, também os enriquecido muito, pois os autores puderam conhecer o português utilizado na época da colonização, assim como passar esses conhecimentos para seus leitores.

3. Os textos do livro não condizem exatamente com a realidade daquela época, até porque a língua está em constante mudança e não havia, por mais que se estude e se tenha fontes seguras, como dizer com precisão como a língua era utilizada em qualquer época que seja. Portanto, a fala dos personagens chega à a algo próximo da realidade da época retratada, mas não podemos citá-las citá-la como uma fala precisa e nem idêntica à utilizada antigamente.

Bruna Queiroz 1°C

25 03 2009
Professora Bianca

Caroline Stadtler,

Releia o segundo elemento a ser discutido no tópico. Você não o compreendeu.

25 03 2009
Thiago de Hollanda

1. Eles tentam reproduzir a variedade Histórica e Social.Por que trata de um tema que aconteceu a mais de 500 anos atrás e social por tratar da diferença entre os indios e os brancos.

2. O processo para essa reconstrução foi um serie de pesquisas começando pela Carta de Pero Vaz de Caminha e pelos outros arquivos que por eles devem ter sido encontrados.

3. Sim, pois como eles possuiam possuíam uma serie série de dialogos os quais alguns constam na Carta de Caminha (…).

Thiago de Hollanda 1ºD

25 03 2009
barbaravasconcellos

1-As variedades que os autores tentam reproduzir são aquelas usadas na época do quinhentismo(séc.16), que precisam de um certo contexto histórico para serem interpretadas(variedades históricas). Também são encontradas variedades étnicas, como a dos índios e portugueses.
2-Acho que o processo para essa reconstrução foi bem complexo, pois os autores tiveram que se basear em documentos deixados pelos colonizadores daquela época e descobrir através daquele “linguajar” rebuscado, as impressões que eles (os colonizadores) tinham naquele tempo.
3-Acho que não é possível reproduzir a fala dos personagens com exatidão, pois como falei anteriormente a linguagem utilizada é muito ligada ao contexto histórico, o que leva uma compreensão primeiro do momento histórico e de suas variedades, para depois a interpretação das mensagens que o personagem quer passar.

BÁRBARA VASCONCELLOS VALOIS – 1 ano E

27 03 2009
Wellington de Melo

Bárbara,

Não podemos falar de “variedades étnicas”. Sendo assim você está afirmando que os negros ou os descendentes de orientais “naturalmente” têm uma variedade distinta. Isso só acontecerá por conta do convívio destas pessoas em sociedade. As influências que possa haver de outra língua (como as indígenas) no português, justificam-se por advirem de um grupo cultural, não por pertencerem a uma etnia.

27 03 2009
Wellington de Melo

Thiago de Hollanda, duas coisas:

Parece-me difícil que eles tenham recolhido uma “série de diálogos”. Os documentos encontrados normalmente eram cartas de informação, documentos de posse etc. E mesmo que tivessem estes diálogos escritos, parece pouco provável que o registro seja tão completo como para possibilitar essa reprodução. Daqui a 200 anos será mais fácil reproduzir a fala de um recifense do início do século XXI, mas ainda assim um processo impossível, pois eu e você, por exemplo, usamos variedades diferentes, embora vivamos o mesmo tempo.

Segundo: o período que começa com “… pois como eles…” está incompleto. Se você coloca “como”, é necessário colocar outra subordinada. Veja: Como estou aqui… preciso moderar seu comentário.

7 04 2009
LN Santos

Ulisses,
Organize melhor suas ideias para, então, escrevê-las. Estamos esperando um texto mais caprichado, ok?

10 05 2009
Wellington de Melo

Rafael,
Apenas corrigindo: você quis dizer expressão latina, não? Jargão tem a ver com variedade profissional. Com certeza o uso de latinismos aqui tem um ‘sabor de arcaico’.

Cuidado também com “vocabulários” e “dialetos”. O dialeto é algo mais amplo e envolve o vocabulário (na verdade, termos específicos usados de um grupo em determinada região).

10 05 2009
Wellington de Melo

Quando fala de “regra certa e correta” creio que se refere a regras de ortografia bem estabelecidas. Lembre-se que devemos falar sempre de “variedades pretigiadas” e não de “regra certa”.

10 05 2009
Wellington de Melo

Felissa.
Geográfica não, histórica.
Seu comentário é muito superficial.

10 05 2009
Wellington de Melo

Túlio.

No item 3, não é uma justificativa válida. É possível provar sim que há uma semelhança entre a escrita da época e a fala. Mas claro que apenas com uma determinada variedade de fala, mais próxima da escrita. Veja que hoje temos registros escritos que têm muito de oralidade e vice-versa. Um telejornal tem muito da escrita, já que normalmente os apresentadores “leem” as notícias.

10 05 2009
Wellington de Melo

Luciana Barreto.

Há registros comprobatórios, sim. Reproduzir a fala é impossível, sim, mas por outros motivos. Os documentos escritos são apenas uma parcela ínfima da língua portuguesa daquele momento e efetivamente não são suficientes para reproduzir a linguagem utilizada pelos portugueses e índios na época retratada no livro.

10 05 2009
Wellington de Melo

Renato Machado.

A sua afirmação sobre os ‘dialetos europeus’ não faz qualquer sentido. Deve ter esquecido de países como Alemanha e Rússia, onde sequer se falam línguas latinas. Mesmo assim, na época já havia diferenças claras entre o francês, o italiano, o romeno e o espanhol, para ficar só nessas. Fundamente melhor suas afirmações.

10 05 2009
Wellington de Melo

Isaac.

Não é tão possível assim reproduzir fielmente a fala daquela época. Nem hoje, com todos os recursos tecnológicos de áudio e vídeo essa reprodução seria totalmente fiel.

10 05 2009
Wellington de Melo

Ana Carolina.

Como saber se era exatamente aquela? Seu comentário não respondeu satisfatoriamente às perguntas.

11 05 2009
Wellington de Melo

Mayana.
No item 3, considere a dificuldade de se reproduzir um número determinado de variedades faladas hoje daqui a 200 anos.

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