Um livro, muitos olhares – a importância do projeto gráfico

30 05 2009

Não apenas resenhas, artigos, críticas revelam os olhares diversos sobre uma obra. A forma como as diversas editoras divulgam um autor nos mais diversos países ou num mesmo país, mas em diferentes épocas, também faz isto. O projeto gráfico dado a um livro é um olhar sobre ele, o qual revela não só uma interpretação da obra mas também uma expectativa sobre os seus possíveis leitores. A capa deve ter ilustrações, fotos, gravuras? Que elementos estas imagens devem apresentar? Como eles se ligam a obra? Que expectativas no leitor eles geram? Que cores e que fontes devem ser usadas para apresentar o título? Qual o posicionamento deve se dar a ele? O título deve vir antes ou depois do nome do autor? Se o nome do autor está em destaque ele chama mais a atenção do leitor?

A capa de um livro é o primeiro contato do leitor com a obra (se ele não leu as resenhas e artigos sobre ela, claro). É a primeira arma de sedução que a editora tem para vender seu produto, e que o artista tem para despertar o interesse pela sua obra. Observem as capas que as diversas editoras responsáveis pela publicação de Saramago construíram para As intermitências da morte.

Capa da Editora Caminho

Capa da Editora Caminho, que publica Saramago em Portugal.

Capa da edição atual da Editora CaminhoCapa atual da Editora Caminho

Capa da Editora LeyaCapa atual da Editora Leya, também de Portugal

Capa da Editora AleaguaraCapa da Editora Aleaguara, México

Capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH)Capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA.

A partir destas capas, analisem:

1 – Que diferença informações se julgou importante que a capa apresentasse ao leitor sobre a obra? Que elemento denota esta importância?

2 – Algum elemento foi constante nas capas das diversas editoras (do mesmo país e/ou de países diferentes)? Qual a relevância dele na obra?

3 – Que capa(s) vocês julgam que melhor apresenta a obra de Saramago para o leitor e por quê?

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204 responses

30 05 2009
Raphael Morant

Reparei que as duas capas da “Editora Caminho” apresentam uma caveira, o símbolo do que já morreu, entretanto o livro fala de uma situação em que ninguem ninguém morre, o que me faz pensar que esse símbolo foi escolhido apenas para combinar com o título. Considero a capa da editora “Aleaguara” mais adequada pois adequada, pois apresenta um ser humano com um relógio na cabeça, representando que o passar do tempo é fruto da evolução da nossa conciência, e cartas sendo jogadas para o alto, representando o abandono dos registros, o que faria com que o tempo não fosse contado (e o tempo não ser contado combina com a situação da obra).

30 05 2009
Isabela Buarque

Achei muito interessante a capa da versão mexicana. Deu a entender que a pessoa representada é a morte, que ela é “dona” ou conhecedora do Tempo e que está armando jogadas contra a vida dos humanos.
Sobre o título em inglês, achei que ficou estranho…

31 05 2009
Malu Câmara

A maioria das capas utiliza-se de caveiras, pois é um dos simbolos mais conhecidos para representação da morte, e não só isso, mas o uso de cores como branco e preto. Nas capas do EUA e do Brasil, utilizou-se uma borboleta, com cores escuras na capa ou com o uso de uma caveira, respectivamente, e a relevância disso na obra é mostrar que a morte é uma mistura de o que as pessoas realmente acham dela (preto e a caveira) e o lado que ninguém nunca enxergou a morte (borboletas), e é exatamente sobre isso que o livro trata.
A capa que eu julgo que melhor apresenta a obra de Saramago é a do EUA, porque como eu disse, é a que melhor representa o tema central do livro!

Maria Luiza Câmara 1ºE

4 06 2009
isaactca

Professora, explica melhor o item 1 pls…

8 06 2009
Felipe Moura Wanderley

1- A capa de uma obra é um espelho do livro. A capa tenta resumir todo o livro em uma imagem, todas as capas tentam mostrar um simbolo símbolo da Morte. Por exemplo a Por exemplo, a capa da editora Caminho, que publica Saramago em Portugal mostra Caminho, que publica Saramago em Portugal, mostra uma imagem de uma caveira, a caveira representa a Morte em muitos paIses países. A segunda capa da editora Caminho mostra uma foto de uma borboleta. Ela representa a morte pois morte, pois ela ressucita, de certa forma, pois nasce do casulo da largata.

2- Elementos constantes nas capas são a boboleta e a caveira pois caveira, pois são símbolos de morte em vários países.

3- A segunda capa pois capa, pois a borboleta representa a morte de maneira “intermitente”, de modo que entre a lagarta e a borboleta ela passa por uma transformação entre uma vida e outra.

Felipe Moura Wanderley – 1º ano D

12 06 2009
Professora Bianca

Malu,

A presença das borboletas também traz uma série de outras simbologias. Fica aqui um desafio: quem consegue pensar que símbolos estão representados nestas borboletas das capas e como eles se ligam ao livro?

12 06 2009
Professora Bianca

Temos uma discordância… Isabela Buarque acha que a figura da capa mexicana é a figura da morte e Raphael Morant acha que é uma figura humana. E vocês, concordam com quem??

12 06 2009
Professora Bianca

Felipe Moura,

Excelente comentário!!!

12 06 2009
Professora Bianca

Isaac,

O item 1 pede que vocês avaliem as informações sobre a obra que a capa julgou que o leitor devesse acessar de cara. Assim, ele escolhe o que acha que é mais importante na obra e representa na capa por meio de algum elemento visual: uma gravura, uma palavra em destaque… Que elementos o design da capa julgou que devessem ser ressaltados para o leitor, como primeira informação sobre o livro?

13 06 2009
Maria Eduarda

Eu acho que o uso das borboletas pode estar ligado ao sentido de renovação que elas trazem. Já que elas trazem, já que elas começam a “vida” com uma aparência considerada nojenta, como lagartas, e depois se modificam completamente, virando borboletas. Assim, a morte (ou a falta dela) seria vista como uma mudança, um novo caminho, seja ele bom ou ruim (já que, se fomos parar pra pensar, quando a lagarta vira borboleta, ela se abre pro mundo, e fica mais exposta aos perigos e mais próxima da morte). Também pode ser que elas estejam ligadas ao “efeito borboleta” de que uma pequena ação pode trazer grandes reações. Levando isso pra história do livro, a interrupção da morte tomou uma proporção imensa na vida das pessoas, questionando todas as ideias às quais o mundo já havia se acostumado.
Portanto, eu acho que as capas da Editora Caminho e da Editora Houghton Mifflin Harcourt, traduzem bem o sentido da obra de Saramago.

Maria Eduarda Araújo Vieira – 1º B

13 06 2009
Maria Augusta

Na capa da versão Mexicana, pelo menos para mim, é um ser humano, como Raphael disse. E o relógio na cabeça seria o passar do tempo, o que é natural para o mesmo, e tem também na roupa do ser palavras como ‘nome’, ‘carta’, ‘sonho’.. e eles estão sendo cortados em pedaços, como se tudo isso fosse se acabando, ou sendo destruído com o passar do tempo, ou seja, com a morte, ao meu ver.

Maria Augusta Ferraz – 1º B

14 06 2009
Danilo Galindo

1. As capas trazem informações sobre o conteúdo do livro, de forma que induza o leitor a querer se informar sobre a obra. Em alguns casos, o ar soturno da capa transmite uma ideia de seriedade quanto a à obra. em Em uma capa está presente o subtitulo “premio nobel de literatura” subtítulo “Prêmio Nobel de Literatura” , o que ja já adianta ao leitor o nivel nível da obra, que é uma obra conseituada conceituada. Além dos apelos visuais existe tambem também o nome do autor em destaque, algumas vezes muito maior que o nome da obra, já que o nome de Saramago carrega um peso, uma importancia importância cultural muito grande.

2. Os elementos presentes em algumas capas trazem simbologias muito claras em relação ao assunto abordado na obra. A caveira, presente em algumas capas, é uma clara alusão a à morte, já que a obra a tem como protagonista. Outro elemento constante em algumas capas é a mariposa, que em algumas culturas é simbolo símbolo de renascimento, de transformação e de morte. Em varias várias culturas a borboleta representa a alma, como uma passagem da vida para a morte. Na cultura asteca, grega, asiatica asiática, a borboleta significa a alma da pessoa que morre, que sai do corpo para a eternidade. Outro elemento na vida da borboleta é a metamorfose, passagem pela qual muitos relacionam a a relacionam à vida de Cristo. Na obra de Saramago todos esses elementos se relacionam, pois existe um forte embate entre os valores da vida e a morte.

3. Para mim, a capa atual da Editora Caminho (2ª capa) é a que melhor representa a obra de Saramago por que é mais simples e traz melhor a mensagem que o livro quer passar.

Danilo Galindo Ferreira, 1º A

14 06 2009
biaamenezes

Em uma das passagens do livro, o autor diz: ” …, a caveira é uma borboleta, e o seu nome latino é acherontia atropos. É nocturna, ostenta na parte dossal do toráx um desenho semelhante a uma caveira humana, alcança doze centímetros de envergadura e é de coloração escura, com as asas posteriores amarelas e negras. E chamam-lhe atropos, isto é, morte”. (página 173). Um pouco depois disso, o autor apresenta uma ideia que a morte teve, para solucionar o problema que houve com a entrega das cartas violetas (cartas enviadas pela morte, que significam que a pessoa que recebeu irá morrer dentro de 8 dias), ideia (da morte) era a seguinte: Ao ao invés de enviar cartas, a morte enviaria borboletas, pois essas , não essas não poderiam voltar para trás, pois elas levam a sua obrigação marcada nas costas (uma caveira), com isso, o problema da carta que estava voltando não aconteceria mais.
Dito tudo isto, para mim, a borboleta na capa dos E.U.A e do Brasil representam o aviso de que a pessoa vai morrer. Então, elas estariam representando a própria morte.
Eu acho que a melhor capa é a do Brasil, acredito que uma pessoa que não leu o livro, não relacionaria a borboleta com a história do livro, no entanto, após ler a história, logo que olhamos a capa, fazemos a relação entre a borboleta citada no livro, e a da capa. (Também porque no livro, a borboleta tem asas amarelas e pretas, assim como na capa do Brasil. Já a capa dos E.U.A apresenta uma borboleta com asas verdes, por isso, para mim a capa do Brasil representa melhor a história contada no livro). 😀

Beatriz Menezes 1º E .

18 06 2009
Prof.LN.

A minha preferida é a Capa da editora Leya (de Portugal), pois é a que menos interfere na narrativa (não a esclarece). O ‘olho fechado’ tanto pode simbolizar a morte como estado físico, (poeticamente, os olhos que não mais abriram) quanto podem simbolizar o desinteresse da morte em matar (ela ‘fechou os olhos’ para aqueles que queriam morrer).
Amei esta proposta, amiga, sou sua fã.

18 06 2009
Professora Bianca

Muito boa análise Duda Araújo!

18 06 2009
Professora Bianca

Bom, Mª Augusta. 🙂

18 06 2009
Professora Bianca

Danilo,

Suas análises no item 1 e 2 foram muito consistentes. Pena que você não discorreu mais sobre a sua escolha (a segunda capa). Argumente mais um pouco.
Fique de olho no uso dos acentos. É comum na informalidade da internet deixarmos a acentuação de lado, mas estamos numa atividade pedagógica!

18 06 2009
Professora Bianca

Muito bom, Bia Menezes! Muito bem lembradas as passagens do texto.

18 06 2009
Professora Bianca

Olha a presença de LN abrilhantando o nosso fórum! 😛

19 06 2009
Augusto Paniquar de Souto

A capa da Editora Leya é mais adequada a história, pois mostra um ser com os olhos fechados, o que significa que quer dormir em um sono profundo ( isso é o que morte faz )

A capa sempre da dá uma prévia figurativa (um previa uma prévia do texto em forma de um desenho ) sobre o que a história irá falar sobre. Contanto Portanto, a capa é a parte mais importante para apresentar uma história.

Repitindo o que eu disse antes. A capa da Editora Leya é a mais adequada, pois assim a pessoa cai em um sono profundo, desligando-se da vida.

Augusto Paniquar de Souto 1°D

21 06 2009
stefanjr

Imagino que a capa deveria identificar o livro, não mostrar seu conteúdo, como as capas da editora Leya e da editora HMN – EUA. As capas mostram o tema central do livro, no caso, que a morte parou de matar: a capa da editora Leya mostra um olho fechado, que acredito que represente uma idéia simbólica de uma desistência, de ignorância ; já a capa da editora HMN mostra o crânio simbólico da morte e uma mariposa em sua boca, que dá para se entender que uma certa “fragilidade” (representada, no caso, pela mariposa) silenciou a morte.

é É possível notar a repetição de elementos como crânios e mariposas. Como já sabemos por popularidade, o crânio é o principal representante da morte, pois é um dos símbolos do que resta de um humano ao morrer. Quanto as às mariposas, entende-se que representam sentidos diferentes nas duas capas: na atual da Editora Caminho, a mariposa representa a morte (pelo crânio inscrito nas suas costas) e também representa a liberdade, ou seja, a morte ganhou liberdade de fazer o que quiser e deixar de cumprir suas obrigações. Na capa da HMN – EUA, a mariposa pode representar duas coisas: pode representar uma fragilidade que silenciou a morte ou também pode representar a vida, que a vida prevaleceu sobre a morte, silenciando-a.

eu Eu acho que a capa que melhor representa a obra é da editora mexicana, afinal, podemos perceber que a figura representada é a morte, e percebemos também que ela está sofrendo e sendo levemente apagada, desmanchada (é só olhar a parte de baixo do vestido dela, que está se desfazendo em formas geométricas). Como saber que ela é a morte? Note que há palavras no vestido dela (“violonchelo” – violoncelo – e “carta” – carta – são algumas delas) que representam o que ocorre com a morte no decorrer do livro. Isso responde a pergunta proposta em um de seus comentários, professora.

22 06 2009
Eduardo Stangler

Em todo o livro a capa tem que pelo menos retratar um pouco do conteudo conteúdo contido nele e tentar explicar um pouco da história além história, além do fato de que tem que ter uma ilustração chamativa o que chamativa, o que ajuda a interessar o leitor pelo livro.
neste Neste livro a capa tenta explicar porque motivo foi usado esse titulo título, um exemplo é a capa da Editora Caminho, que publica José Saramago em portugal Portugal, a qual tem uma imagem de uma caveira que para caveira, que, para muitas culturas de diversos paises representa países, representa a morte.
O elemento predominante na capa do livro As Intermintências da morte são as caveiras que aparecem nas capas da Editora Caminho que publica José Saramago em Portugal, na capa da editora americana Houghton Mifflin Harcourt onde não aparece explicitamente mas explicitamente, mas se você prestar bem atenção da dá para ver, e tambem também na capa atual da Editora Caminho que tambem Caminho que também não mostra explicitamente mas explicitamente, mas se você olhar abaixo das antenas da borboleta com bastante atenção tem uma caveira bem pequena, a caveira em todas as três capas significa o símbolo da morte.
Para mim a melhor capa é a da Editora Caminho que Caminho, que publica Saramago em Portugal, porque ele ela explica apenas com a imagem do que se trata o livro inteiro, a morte.

23 06 2009
arícia acioly

Bianca,

Amei a capa que tem a caveira pois caveira, pois representa o tema do livro que livro, que é a morte , apesar de no livro a figura da morte só aparecer no final do livro.

24 06 2009
Bruno Tavares 1ºD

1.As capas trazem imagens que resumem a obra e que fazem o leitor ficar mais curioso para tentar entender o porquê daquela imagem, trazem os prêmios que este livro recebeu para demonstrar que é uma obra rica e o nome do autor que se tiver autor, que, se tiver feito outras obras (como Saramago) atrai (como Saramago), atrai os leitores que tivessem lido e gostado de alguma de suas outras obras.

2.Pude notar que em quase todas as capas estão presentes a borboleta ou a caveira. Na obra estes elementos aparecem como um símbolo da morte em diferentes lugares.

3.Para mim a capa que melhor apresenta a obra de Saramago para o leitor é a da Houghton Mifflin Harcourt dos Estados Unidos porque ela apresenta a borboleta que além borboleta, que, além de todos os outros aspectos já mencionados anteriormente eu anteriormente, eu acho que também tenta passar a idéia ideia de que a morte tem vontades e sentimentos, pois como o autor apresenta no final da página 174 a morte está triste por não ter usado estas borboletas invés das cartas e também porque ela tenta causar medo(se você olha a capa de relance você vê um fundo preto mas se for observar a borboleta percebe que tem uma caveira atrás) e passar a ideia de que com a borboleta vem a morte que está logo atrás.

25 06 2009
pwbs

1 – Como é citado acima a capa é o primeiro contato do leitor com o livro,por isso deve ter imagens com duplos sentidos com a intenção de causar a curiosidade no leitor.Esse duplo sentido foi utilizado com a borboleta e o olho fechado.
2 – Os elementos que aparecem constantemente nas capas são as borboletas e as caveiras,pois são símbolos que são reconhecidos com o mesmo sentido em vários países.
3 – Na minha opinião a terceira capa melhor representa as obras de Saramago,pois coloca uma figura simples e com faz com que percebemos mais de uma mensagem que aquela figura que passar.

Pedro Paulo
1 F

26 06 2009
catarinapinheiro

1 – Que diferença informações se julgou importante que a capa apresentasse ao leitor sobre a obra? Que elemento denota esta importância?

todas Todas as capas representam ideias que induzem ao leitor a descobrir o que vai se tratar o livro: morte. Uma característica marcante das capas é o fato de serem escuras de e no desenho simbolizar alguma coisa que se passe no livro. Quem morre não enxerga, assim como quem fecha os olhos por isso olhos, por isso que uma das capas tem um olho fechado. Uma Numa delas existe uma mulher que deduzimos entregar cartas e na sua cabeça um relógio que mostra que a vida se passa rápido e que cada vez mais nos aproximamos da morte. Uma tem caveira que significa morte. E outras borboletas que significam que a vida pode continuar e as pessoas chegarem ao céu ou a à terra. Pode também significar a vida após a morte. Todos Todas essas capas se formam e chegam a uma ideia principal do livro: morte.

2 – Algum elemento foi constante nas capas das diversas editoras (do mesmo país e/ou de países diferentes)? Qual a relevância dele na obra?

Todas apresentam ilustrações que fazem as pessoas deduzirem do que se trata o livro. Também tem todos os títulos estão numa fonte menor que a do autor: pode passar a ideia da linguagem do autor naquele livro, mais marcante talvez que até o próprio conteúdo.

3 – Que capa(s) vocês julgam que melhor apresenta a obra de Saramago para o leitor e por quê?

A Capa da Editora Aleaguara, México porque ela explica de maneira fácil e ao mesmo tempo deixa a pessoa com vontade de ler para saber que pessoa é essa e porquê porque ela entrega cartas.

Catarina Pinheiro 1A

26 06 2009
Isabella Quaranta

As capas, acima de tudo, atraem a atenção do leitor para a obra. Uma capa bem elaborada pode dar um resumo da obra sem detalhar os acontecimentos. A caveira é um elemento que se apresenta constante nas capas. O motivo precisa nem explicar… Outro elemento que me chamou muita atenção foi a borboleta. Nas culturas orientais a borboleta simboliza a vida eterna, um referência direta com o fato da morte parar de matar as pessoas. A capa que achei mais interressante foi a da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), dos EUA. Pois EUA, pois ela conta os fatos mais relevantes da história, mas sem deixar nítida essa compreensão.

29 06 2009
fratianne

1. As capas revelam o conteúdo do livro, despertando assim interesse para o leitor. Assim, a capa do livro influência influencia muito sobre o leitor em sua leitura.
2. Nas capas, observa-se observam-se várias simbologias, como caveiras que representam a morte, as borboletas que representam a vida, além das cores observadas como o preto, branco, bege e entre várias outras.
3.Capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA. Essa capa é a que representa melhor o conteúdo do livro, pois apresenta várias simbologias relacionadas a morte.

Fratianne Giselle Cavalcanti Leal 1º F

30 06 2009
Renata Couceiro

1.No meu ponto de vista a capa que mais enquadra com o livro é a ultima, da editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA.Que EUA, que tem a figura de uma caveira e de uma borboleta.
Pra mim nessa Pra mim, nessa imagem, a caveira represente representa a morte. E a borboleta representa a mudança (a presença e a ausência da morte).
2.O elemento mais constante nestas capas é a caveira. A relevância dela na obra a justamente a simbolização da morte.
3.Esta resposta está respondida na primeira questão.

1 07 2009
Professora Bianca

Augusto,

Eu não chegaria a declarar que a capa do livro é a apresentação mais importante dele, mas que ela tem muita importância, tem sim! A capa, a contracapa (também chamada de quartacapa), as orelhas, todos estes itens são importantes no processo de sedução do leitor!

1 07 2009
Professora Bianca

Stefan,

Arrasou!!

Nunca tinha interpretado a mariposa silenciando a morte desse jeito! Parabéns!

1 07 2009
Professora Bianca

Eduardo,

Sua postagem está muito redundante. Você precisa ser mais objetivo ao escrever e dê espaço às ideias mais relevantes. Porque você preferiu a capa da Editora Caminho. E qual das capas desta Editora você preferiu?

1 07 2009
Professora Bianca

Arícia,

Muitas capas têm caveiras. A qual delas você se refere? E porque você preferiu esta, especificamente, em detrimento das outras, que também usaram a caveira na construção das imagens?

1 07 2009
Professora Bianca

Bruno Tavares,

Que bom que você notou a referência aos prêmios. Só um pequeno esclarecimento: no caso destas capas, a referência ao prêmio Nobel é ao autor, não ao livro. Saramago recebeu o Nobel antes de As intermitências da morte.

1 07 2009
Professora Bianca

Pedro Paulo,

Seu comentário foi superficial. Por favor, reescreva, pois não podemos considerar esta participação válida.

1 07 2009
Professora Bianca

Catarina,

Muito bem observado: nestas capas a fonte usada para apresentar o nome do autor é mesmo sempre maior que a fonte usada para apresentar o título da obra. Algumas vezes a diferença foi muito evidente, em outras menos, mas foi constante. Como você bem interpretou, o peso do nome do autor é um chamariz maior, na capa, que o título do livro. Isto tanto pode ter a ver com a referência ao estilo, como você apontou, como ser uma decorrência da fama. Por Saramago ser um autor premiado internacionalmente, as editoras apostam neste reconhecimento como um chamariz.

1 07 2009
Professora Bianca

Fratianne,

Você notou bem o uso das cores. Que tal detalhar um pouco mais? O que significa o uso das cores nestas capas?

1 07 2009
Professora Bianca

Renata,

Por que a borboleta representa a presença/ausência da morte? Desenvolva um pouco mais essa ideia.

4 07 2009
José Arthur Viana

José Arthur Viana de Oliveira Pimentel—>1 F
1. A primeira, a segunda e a última capa apresentam a figura da caveira, mostrando assim, um símbolo que representa a morte, dando a entender que o conteúdo do livro fala sobre a morte.
A segunda e quinta capas também apresentam a borboleta, como símbolo do renascimento
Porém, o título fala da interrupção da morte, sendo demonstrado na quarta capa, onde apresenta uma figura com ar de poder que parece comandar o tempo, consequentemente o ciclo da vida.
Achei também interessante a terceira capa que pode ser interpretada como um olho fechado, simbolizando a morte ou uma pena, simbolizando a leveza da vida.
2. Os elementos mais constantes nas capas foram a caveira e a borboleta, que muitas vezes apareciam juntas. A relevância desses elementos é porque o título fala justamente da interrupção da morte, tendo a caveira representando a morte e a borboleta como o desabrochar de uma nova vida.
3. A segunda e a última possuem os mesmos elementos que são a caveira e a borboleta, passando bem o que o autor quer mostrar com o título, que é a morte interrompida, nascendo dessa interrupção uma nova vida. Porém, achei também bastante interessante a temática utilizada na terceira capa que pode ser interpretada a figura como um olho cerrado, representando a morte ou em outra visão, uma pena, representando a leveza de uma nova vida.

6 07 2009
luizhenriqueramos

A capa de um livro têm tem a ideia o objetivo principal de atrair os leitores para tal obra. Elas (as capas) transparecem o conteúdo dos livros sem detalhes, pois estes estarão presentes no decorrer da leitura. Não só a capa, mas também os outros elementos que “resumem” o livro são muito importantes: a orelha, o a contra-capa. Notável a forma como o nome de Saramago, por diversas vezes, toma mais conta do espaço da capa que o próprio título da obra (talvez porque o seu nome carregue consigo uma enorme importância pelo fascínio que suas obras traduzem aos leitores, valendo salientar, bem como algum colega já comentara, a referência a um prêmio em especial que este livro trouxe ao autor: Prêmio Nobel, destacando assim, a cultura e a qualidade do produto ). Nas capas que acima foram dispostas, percebemos a presença de alguns símbolos que tornaram-se frequentes em todas elas: a borboleta e o crânio. Interessante a borboleta… símbolo de metamorfose; mudança, bem como o que acontece no livro como o próprio Saramago descreve: “…o facto, por absolutamente contrário às normas da vida…” (fazendo referência à pausa da morte). O crânio dispensa uma detalhada objeção… símbolo da morte. A capa mais atraente, de acordo com o conteúdo do livro foi a capa da Editora Aleaguara, México. Mostra a morte, em sua forma humana (vestida de preto), como mediadora do tempo, cabendo a ela decidir quanto tempo resta para os pobres mortais ou até mostrando a pausa no tempo por parteda morte. A capa acaba também exaltando uma das formas que a morte utiliza para “informar” as pessoas sobre sua morte (as cartas roxas), no livro.

8 07 2009
Paula Fernanda

Quase todas as capas apresentam caveiras e borboletas na sua composição. Eu acredito que a caveira, como todos nós sabemos, represente a morte. Já a borboleta, representa a alma, a vida, a imortalidade. Levando em conta essas representações, eu gostei mais da capa da editora HMH dos EUA, pois nos o fato de apresentar a borboleta se sobrepondo em relação a caveira, na minha opinião, significa a morte cedendo seu lugar à vida.

Paula Fernanda 1º B

9 07 2009
Professora Bianca

Pessoas, um esclarecimento.

Não foi As intermitências da morte que deu a Saramago o Nobel. O prêmio veio antes do livro!

12 07 2009
Rebeca Fernandes

A capa da Editora Caminho utiliza um elemento bastante “clichê”, se é que se pode dizer assim, sobre a morte: a caveira. Porém um fato a ser observado são cores que o ilustrador utilizou: amarela e azul (cores alegres). Em geral, as cores que se associam a morte são preto (luto) e branco (paz). Isso é uma forma de chamar a atenção do leitor, pois não é comum relacionar coisas alegres com a morte. E a mensagem que o ilustrador que quer passar só pode ser compreendida no final do livro: a mensagem de que a morte é uma coisa natural, todos vão um dia morrer, querendo ou não, e que não devemos encara-lá encará-la como uma coisa horrível!
Na A capa da Editora Caminho e a capa da editora dos EUA traz trazem uma borboleta. Na minha opinião o opinião, o ilustrador colocou essa imagem para representar a metamorfose, ou seja, uma borboleta nasce largato lagarta, entra em metamorfose, vira borboleta e depois morre. Ou seja, pode-se comparar essa trajetória como a trajetória humana, que nasce bebê, vira adulto, e depois morre. Mostrando mais uma vez que tudo isso é natural, de qualquer ser vivo na Terra.
nas as capas das Editoras Leya e Aleaguara , elas utilizam aspectos humanos para ilustrar a capa. Na minha opinião as duas estão representando a morte, pois Saramago a coloca no livro como uma pessoa. Na da Editora Leya percebe-se que o olho está triste, e isso pode ser interpretado como se a morte estivesse triste, porque ninguém dava o seu devido valor. Todo mundo achava-a ela a pior coisa do mundo, sem entender que tudo aquilo era natural. E na capa da Editora Aleaguara observa-se que a morte-mulher tem um relógio na cabeça, e esse relógio pode ser interpretado como o relógio biológico das pessoas, ou seja, todo mundo em alguma hora vai morrer. E também outro fato a ser observado nessa capa são as cartas roxas (a qual através delas a morte avisa ás pessoas que já tinham sua morte programada para uma semana depois do envio da mesma) na mão da morte.
A capa que eu melhor representa o livro e a que eu mais gostei foi a dos EUA, porque traz os dois elementos que pode representar a morte de formas diferentes: a caveira e a borboleta (que já foi explicado o seu cujo sentido já foi explicado anteriormente).

Rebeca Fernandes, 1° A

13 07 2009
mateus00vieira

1- Como já foi dito no texto acima, a capa serve como uma referência do que o leitor irá encontrar na obra. Os elementos que foram mais utilizados nas capas foram: borboletas e caveiras. As borboletas representam espíritos imortais, metaforicamente se referindo aos seres humanos, que não podem morrer de jeito nenhum. A caveira como todos nós sabemos: caveira, como todos nós sabemos, representa a morte, ela vem de uma forma diferente na diferente: na primeira capa, como se ela estivesse desaparecendo, é a da borboleta com uma pequena caveira, na capa nº 2 simboliza: a simboliza a imortalidade da borboleta vencendo a morte, que está muito fraca.

2- O elemento que ficou presente em todas as obras foi o nome do autor: José Saramago, com bastante destaque. Isto tem muita importância, pois Saramago é o maior autor da língua portuguesa ainda vivo, seus romances são super críticos e de extrema importância, muitos podem nem olhar o título do livro mas livro, mas vendo que tem o nome de Saramago vão logo comprar.

3- Ao meu ver a capa que demostra melhor a obra de Saramago é da editora de Portugal, a do olho. Representa para mim como se a morte estivesse em um descanso eterno, tal descanso que à a impede de fazer o seu trabalho, deixando completamente de lado os seres humanos.

Mateus Vieira 1º A

13 07 2009
Professora Bianca

Mateus,

Porque você interpreta que as borboletas são símbolos de imortalidade, se elas são tão frágeis?

14 07 2009
Mariana Araújo

1- Quando as editoras elaboram as capas, causam a primeira impressão no leitor. Para que este se interesse pelo livro elas livro, elas buscam fazer ilustrações, como foi feito em diferentes países para representar o livro de José Saramago espalhado de diversas formas ilustrativas pelo mundo. Primeiramente, a referência estabelecida pelo livro leva a uma conclusão; imagem: a morte. As capas nos mostram, olhos fazendo mostram olhos, fazendo ligação aos olhos fechados sem vida, a caveira simbolizando a morte, a borboleta que passa uma mensagem de uma outra etapa da vida, sendo essa pós etapa a morte, e enfim a mulher com o relógio se referindo ao tempo passando, a idade chegando, tudo e todos os sentimentos se dissolvendo e chegando ao fim.

2- Um elemento repetido nas variadas capas, é a borboleta. Ela vem justamente para mostrar o desabrochar da vida, uma etapa que se encaixa não nessa Terra mas Terra, mas em um segundo plano, além do infinito.

3- Para mim, a melhor capa representante do livro é a dos olhos, pois simboliza a morte de olhos fechados e transcede uma outra etapa da vida que se encaixa não nessa nossa Terra mas Terra, mas em segundo plano. Além disso, a imagem, na minha opinião, estabelece referência ao descanso, a morte que não cabe aos humanos julgar e entender mas entender, mas transmitir uma sensação de calmaria, geralmente exposta no livro.

Mariana Araújo- 1 ‘E’

14 07 2009
mateus00vieira

Pesquisei na internet professora, em um site de simbologia.
se quiser dá uma olhada…http://www.dicionariodesimbolos.com.br

15 07 2009
marianaleal

Como já foi citado em outros comentários acima, trazer na capa o nome do autor e dizer que ele ganhou um prêmio Nobel é uma grande e importante estratégia de marketing. O interesse do leitor para com a obra aumenta muito mais, é um diferencial em relação às outras, e muitos dos projetos gráficos do livro “As Intermitências da Morte” usaram esse recurso. As gravuras nesses casos também foram bem utilizadas, elas deixam um mistério sobre o que vai acontecer na história do livro, elas não são óbvias e o modo como foram utilizadas despertam, por exemplo, em alguém que está observando de longe para o livro em uma livraria, certa curiosidade.

A maioria das capas optou pelo uso da caveira e das borboletas em seu projeto gráfico. Esses dois elementos possuem significados, vale ressaltar alguns deles: a borboleta, pela sua capacidade de metamorfose, é vista principalmente como símbolo de renascimento, de transformação. Para os gregos, a borboleta significava o espírito imortal. Para os astecas ela era o símbolo da alma, ou o sopro vital que escapa da boca de quem está morrendo. A caveira é considerada tradicionalmente um símbolo da mortalidade, e também a sede da alma.

Para mim, a capa que melhor representa o livro é a norte- americana. Seguindo as teorias dos gregos e dos astecas que apresentei acima, interpretei essa capa da seguinte maneira: quando alguém morre, a alma (uma borboleta) é libertada. Mas na história de José Saramago ninguém morre, e todas essas borboletas estão presas pela morte, que não está mais fazendo seu trabalho. Isso justificaria a borboleta ter sido colocada na boca da caveira (símbolo da morte), como se esta a estivesse segurando e impedindo-a de voar.

Mas levando em conta os outros significados da borboleta e da caveira, a presença delas na capa pode apenas estar simbolizando a transformação pela qual o ser humano terá que passar para aceitar que viverá para sempre, pois no livro, a princípio, todos param de morrer e precisam se acostumar com a ideia da vida eterna.

MARIANA SANTOS LEAL DE ALBUQUERQUE – 1º E

15 07 2009
Renata Couceiro

Eu não me expressei corretamente quando citei a borboleta como a ausência ou presença da morte. Na verdade eu quis mostrar, que a borboleta passa por mudanças da vida, como sua passagem de lagarta para borboleta, e a sua morte, caracterizando, assim, as suas etapas da vida.
1º A

15 07 2009
Ana Maria Couceiro

A caveira e a borboleta apareceram mais de uma vez nas capas. Para mim, a caveira representa a morte e a borboleta as fases da vida, pois a borboleta é um animal que passa por várias mudanças e fases durante a vida. Ela de início é uma lagarta, depois vira borboleta e morre. Acho que a capa americana e a brasileira apresentam melhor a obra de Saramago. Por Saramago, por trazer justamente essa ideia de fases da vida com a morte, por mostrar a caveira e a borboleta.

1º A

16 07 2009
pwbs

1 – Como é citado acima a capa é o primeiro contato do leitor com o livro, por isso deve ter imagens com duplos sentidos com a intenção de causar a curiosidade no leitor. Esse duplo sentido foi utilizado nos livros de Saramago pois Saramago, pois ele utiliza a caveira e a borboleta simultaneamente na maioria de seus livros. Outra imagem que me chamou atenção foi a do olho fechado que fechado, que pode nos passar que a pessoa está morta ou que está pronta para acorda para a vida.
2 – Os elementos que mais aparecem na capa dos livros de Saramago são as caveiras e as borboletas. Esses elementos simbolizam a morte e a ressurreição para uma nova vida respectivamente.
3 – As obras que na minha opinião melhor apresentam as obras de Saramago são a segunda e quinta pois quinta, pois apresentam simultaneamente a caveira e a borboleta, mostrando que ocorre a morte (caveira) e em seguida a ressurreição (desabrochar da borboleta) para uma vida nova

Pedro Paulo Wanderley 1 F

16 07 2009
Renato Machado Farias

A capa atual da editora Leya, de Portugal. Não sei quanto às outras pessoas mas pessoas, mas eu vejo os cílios de um olho, isso significa para mim o olhar crítico de Saramago. Quanto as às borboletas e caveiras presentes nas capas eu capas, eu tenho uma opinião sobre algumas delas:

1.Capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA. – Apesar de minha opinião ser contraditoria contraditória com o que ocorre na trama acredito trama, acredito que o homen é representado pela borboleta, símbolo de liberdade, e a caveira representa a morte. Como Stefan já tinha dito a borboleta PODE está estar tapando a boca da morte mas morte, mas não acredito que ela esteja querendo “comer” a borboleta, fazendo com que os homen acreditem que a morte é melhor que a imortalidade. A capa também pode significar que o homem tem a liberdade de fazer o que quizer mas quiser, mas deve ter cuidado, já que é mortal e frágil.

2.Capa da Editora Caminho, que também publica Saramago em Portugal. – Parece que esse forte tom de amarelo presente nesta capa está “desintegrando” a caveira. O amarelo pode representar o dia, este último também representa a vida. Portanto a Portanto, a capa mostra a vida prevalecendo sobre a morte.

Respondendo a outra pergunta acredito Respondendo a outra pergunta acredito, que é importante as editoras colocarem o nome do autor maior que o título do livro, principalmente em livros de autores famosos da literatura, pois muitas pessoas compram livros pelo autor ou indicação de um amigo ou até mesmo moda, alguns exemplos desse último é Crepusculo Crepúsculo e Harry Potter.(desculpem-me se ofendi algum livro que você(s) goste(m))

18 07 2009
thiagocouceiro

Bianca, achei todas as capas interessantes, notei também que a caveira está presente em pelo menos três capas ( na primeira, na segunda e na última). Acho que a escolha da caveira foi feita por lembrar muito a morte e a agonia. Ouso até dizer que a editora mexicana Aleaguara não usou a caveira como símbolo de agonia, porque, em algumas regiões do México, fiéis reverenciam a “santa muerte” que é representada por uma caveira. Para eles, a caveira não representa uma coisa ruim.
Posso ter falado muito da caveira, mas a capa que eu mais gostei foi a capa atual da Editora Leya. Na capa da Editora Leya, vemos um olho fechado, uma reação quase instintiva de quando estamos sofrendo, que é o que acontece em algumas partes do livro.

Thiago Couceiro 1º E

20 07 2009
Daniel Campos 1ºC

1- As capas representam de formas variadas uma mesma visão que se deve ter em relação ao livro. Essa é a primeira visão que o leitor terá deste livro e, de forma resumida, tratam da morte, que é o tema mais abordado nesta obra de José Saramago. Para tratar deste tema, as capas trazem diversos simbologismos que são relacionados à morte.

2 – Dois elementos tiveram destaque: a caveira e a borboleta. A caveira é o símbolo que pode ser mais reconhecido como sendo relacionado a morte. Já a borboleta traz a morte num contexto intermitente, uma vez que representa a fim da vida no casulo mas o início de uma vida para a borboleta.

3 – Na minha opinião, a capa que melhor retrata isto é a capa dos EUA. Ela apresenta os dois elementos de maneira bem clara e destacada.

Daniel Campos 1ºC

20 07 2009
edise

1- A capa é um elemento fundamental no livro. É a responsável por despertar interresse ao leitor e resumir através de um jogo de imagens e cores o que pode ser encontrado a partir da leitura. Pode ser utilizada também como veículo de uma dupla interpretação, ou seja, causar uma dúvida no leitor sobre do que realmente a obra se trata. No caso das capas do livro: “As intermitências da morte” de José Saramago, na maioria foram utilizadas simbologias que significam a morte, mudança e fragilidade.

2- Nas capas observadas anteriormente, pode-se notar a constância do aparecimento de borboletas e caveiras. A borboleta pode ser interpretada como fragilidade (que as pessoas adiquiriram adquiriram ao longo dos anos, sem a morte), como pode ser relacionada também à mundanças. A caveira relaciona-se com a morte pois morte, pois trata-se da figura de um homem após a morte.

3- Ao meu ver, a capa que melhor representa a obra seria a da ” A morte “, que como que, como Isabela disse, está armando contra a vida dos humanos. Porém a que eu escolheria para o livro, seria a de Leya ( olho fechado), pois eu apoio a ideia de dualidade de interpretação, e acho que um pouco de dúvida torna a obra mais interessante.

Edise Freire, 1° C.

22 07 2009
Isaac Tôrres

1. Como todos já afirmaram, a capa deve ser a primeira impressão que o leitor de algum livro fará ser despertada impressão despertada no leitor de algum livro. Daí, a capa deve ser mostrar algum aspecto do que tem de melhor no livro ou, até mesmo, o mistério acerca do livro. O aspecto direto, isto é, primeira impressão, ocorre nas capas que aparecem caveiras e o “mistério” ocorre nas fotos que trazem borboletas, símbolos de renovaçâo, ou seja, sem interrupções (tal como a capa americana).

2. Sim, gravuras de borboletas e caveiras foram constantes na construção das capas dos vários países. A relevância é que estes elementos significam, nos diversos países, a Morte.

3. Todas as capas cumpriram seus papéis, porém, a última capa juntou vários elementos para representar, corretamente, o que o leitor gostaria de descobrir de maneira fácil.

22 07 2009
Mozyr Sampaio

1. Como diz o ditado: “Não julgue um livro pela capa”, mas a capa é um dos elementos mais importantes de um livro, pois é o primeiro contato que o leitor tem com o mesmo.

2. Foi comum encontrar nas diferentes capas das editoras, elementos, como: a caveira, que simboliza a morte, a borboleta, que simboliza a fragilidade e o renascimento, pois de certa forma ela nasce de um casulo, os cílios que representam a fragilidade, um pêlo frágil, que se localizam perto de um local frágil, os olhos.

3. Eu julgo a melhor capa, aquela que descreveu em imagens, o que o autor descreveu em palavras, a melhor capa para mim foi a da Editora Leya, pois demonstrou a fragilidade de como seria se ninguém mais morresse. O que aconteceria? Pois quando um parente, um amigo, um conhecido seu morre, você sofre, lamenta, chora, sente uma dor lá no fundo do coração, mas imagina só se essa pessoa estivesse totalmente em estado terminal, acidentada, com uma doença sem cura, não só você, mas todos iriam sofrer muito mais.

Mozyr Sampaio 1º E

22 07 2009
Professora Bianca

Referência interessantíssima, Mateus!
Neste caso a simbologia da imortalidade está na associação entre a morte e a libertação do espírito com a saída da borboleta do seu casulo.
Parabéns pela iniciativa da pesquisa, eu não conhecia o site!

22 07 2009
Professora Bianca

Mariana Araújo,

Você fez uma boa análise. Eu só preciso discordar de um ponto do seu comentário, que é a sua opinião de que não cabe ao homem julgar e entender a morte. Acho que justamente por ela fazer parte da nossa vida, precisamos refletir sobre ela e ter sim um entendimento sobre este fenômeno. É justamente isto que estamos fazendo com a discussão do livro. Este entendimento e a aceitação da morte é que permitem a serenidade sobre ela, que é o que eu entendi que você tentou apresentar no trechinho final da sua mensagem.

Esta é só uma discordância, não significa que sua opinião não é válida, tá bom? 🙂

22 07 2009
Professora Bianca

Boa análise, Mariana Santos!

22 07 2009
Professora Bianca

Obrigada pela explicação Renata!

22 07 2009
Professora Bianca

Ana Maria,

No tópico não foi apresentada nenhuma capa de edição brasileira. Você se referiu à capa da Companhia das Letras, que publica Saramago aqui?
Por favor, explique um pouco mais essa ideia e desenvolva mais sua análise das capas que você mais apreciou.

22 07 2009
Professora Bianca

Pedro,

Muito dificilmente o próprio Saramago participe do projeto de criação das capas de seus livros. Portanto, não é possível afirmar que é ele quem utiliza este ou aquele elemento gráfico no design delas.
Seu post não aprofundou ideias originais. Desenvolva-o um pouco mais.

22 07 2009
Professora Bianca

Renato,

Eu não só vejo o olho, mas também vejo uma pena! Mas quanto ao olho como um olhar crítico de Saramago, não sei bem se poderíamos interpretar assim, já que este olho estaria fechado e, assim, incapaz de enxergar aquilo que deve ser criticado.

Achei interessantíssima a sua análise das cores da primeira capa da Editora Caminho. Usar cores tão vibrantes, como estes tons de amarelo e de azul podem ser, sim, uma referência àquilo que é pulsante, à vida. E foge do clichê de representar a morte sempre com tons escuros, como o preto, o cinza e o roxo.

22 07 2009
Professora Bianca

Thiago Couceiro,

Que informação interessante esta sobre a opção mexicana! Realmente, faz muito sentido a inovação da Editora Aleaguara neste contexto cultural.

22 07 2009
Professora Bianca

Daniel Campos,

Sua postagem não acrescentou elementos novos à discussão. Você precisa desenvolver suas ideias para que possamos considerá-la válida.

22 07 2009
Professora Bianca

Edise,

Que capa é essa da “A morte”? Porque, na sua opinião, a capa que se constrói com maior ambiguidade é a da Editora Leya?

Desenvolva um pouco mais estas ideias!

22 07 2009
Professora Bianca

Isaac,

Perceber na capa da HMH uma junção dos elementos das outras capas é perfeitamente corente. Mas será que se pode falar em “corretamente” e em “fácil” nesta construção? Símbolos gráficos nem sempre são fáceis de se interpretar. E em relação à construção de sentido, é mais adequado se falar em coerência o incoerência do que em correção.

A capa da HMH foi a sua favorita ou você preferiu destacá-la por essa junção de elementos?

22 07 2009
Professora Bianca

Mozyr,

Interessante você lembrar este ditado. A expressão nos lembra que as aparências enganam: livros com excelentes projetos gráficos, capas elaboradas e chamativas podem ser decepcionantes em seu conteúdo, justamente porque as capas criaram grandes expectativas nos leitores. Ao mesmo passo, há capas de pura simplicidade, com apenas o nome do autor e o título do livro, que podem encerrar verdadeiros tesouros.

E, claro, assim também são as pessoas. Criaturas aparentemente sádicas e cruéis como professoras de Literatura que passam trabalho para as férias podem ser manteigas derretidas que choram com Bambi e Marley e eu. 😛

22 07 2009
abelardoneto

Muitas das capas mostram uma caveira, representando a morte , que é a protagonista da historia história do livro. Acredito que a capa “Capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA, é a que melhor apresenta a obra. Pois obra, pois a representação da morte como a caveira e com a borboleta(?) em cima da sua boca, representa “o silêncio” que a morte faz naquela determinada cidade que o livro apresenta em seu enredo. O elemento constante foi a caveira, com certeza. Já com certeza, já que é a figura , “básica” da nossa cultura, é até um clichê.

Abelardo neto , 1º D

22 07 2009
felissacalado

Nas capas, ocorre o uso de borboletas e caveiras, que para mim estão representando respectivamente vida e morte. Mas nas capas da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA, e na capa atual da Editora Caminho, a borboleta e a caveira estão juntas na capa. Na capa da editora HMH, os dois elementos recebem destaque, porem porém na capa atual da Editora Caminho você vê logo a borboleta, e depois quando você presta atenção nota que na asa da borboleta existe uma caveira. Na capa atual da Editora Caminho, o que me chamou muito atenção foi que quando você olha, logo vê borboleta(vida), e a caveira(morte), passa meio despercebida, e eu acho que isso é exatamente o que acontece na vida real, pois muitas vezes damos mais valor a à vida do que a à morte, e esquecemos que a morte faz parte da vida, e quando ela chega, ficamos tristes e sem entender o por que porquê.

Acho que a capa que melhor representa a obra de Saramago é a atual da Editora Caminho, pois a capa é a primeira coisa que você ver vê quando começa a ler o livro, então você começa a ler com o pensamento, que a morte só é um pedaço da vida, mas quando você termina o livro percebe que a morte é parte fundamental para a vida, assim como a asa é fundamental para a borboleta.

Felissa Calado 1B

23 07 2009
pwbs

1 – Como é citado acima a capa é o primeiro contato do leitor com o livro, por isso deve ter imagens com duplos sentidos com a intenção de causar a curiosidade no leitor.Os livros de Saramago causam essa curiosidades pois trazem simultaneamente imagens de caveiras e borboletas significando a morte e a ressurreição respectivamente. Outra imagem que me chamou atenção foi a do olho fechado , que pode nos passar que a pessoa está morta ou que está pronta para acordar para a vida.
2 – Os elementos que mais aparecem na capa dos livros de Saramago são as caveiras e as borboletas. Esses elementos simbolizam a morte e a ressurreição para uma nova vida.
3 – As obras que na minha opinião melhor apresentam as obras de Saramago são a segunda e quinta, pois apresentam simultaneamente a caveira e a borboleta, mostrando que ocorre a morte (caveira) e em seguida a ressurreição (desabrochar da borboleta) para uma vida nova.

Pedro Paulo Wanderley 1 F

23 07 2009
Maria Isabella

A capa demonstra ao leitor o assunto que irá se retrata: o conflito das pessoas com a morte. O símbolo da caveira é o mais freqüente nas capas apresentadas, a borboleta também aparece, mostrando que muito embora a borboleta aparenta ser um símbolo de vivacidade, é o estagio estágio final da existência final da lagarta e a caveira é um dos maiores símbolos da morte. A capa atual da Editora Caminho ela reflete na a ideia do final da vida da borboleta, pela por a morte esta estar sempre presente na vida.

Maria Isabella, 1ºF

24 07 2009
Letícia

1- É importante que a capa apresente relação com a história apresentada pelo livro. No caso de “As intermitências da Morte”, a capa deve conter elementos relacionados com a figura da morte. Nas capas apresentadas há sempre essa relação, enfatizada pelo uso de olhos fechados, caveiras e borboletas, ou até mesmo destes dois últimos juntos, como acontece na capa atual da editora Caminho e da editora Houghton Mifflin Harcourt.

2- A caveira apareceu em 3 das 5 capas, e a borboleta em 2 das 5. A figura da caveira é sempre associada a morte, porque os ossos são as únicas coisas que restam de nós após a morte. Quanto à borboleta, há várias hipóteses para sua presença nas capas.

Talvez não sejam borboletas nas capas, e sim mariposas. As mariposas são criaturas noturnas, que noticiam a infelicidade. Porém, todas duas estão relacionadas à alma.

Cada cultura atribui um significado à essas criaturas. Na cultura greco-romana, acreditava-se que a alma deixava o corpo em forma de borboleta. A palavra “Psique”, em grego, pode significar tanto espírito quanto borboleta.

Para a civilização asteca, a borboleta era o último suspiro vital que saia saía da boca do morto, e estava associada a à divindade Itzpapalotl, que era um cruzamento de uma mulher com uma borboleta.

Já no Japão, as borboletas são espíritos viajantes e a chegada delas funciona como um presságio, um anuncio da visita ou morte de algum parente.

Por outro lado, no Vietnã, borboleta significa longa vida. Mas isso se deve a uma coincidência fonética: as palavras “Borboleta” e “Longevidade” têm pronúncia semelhante.

Fonte: http://borboleta29.blogspot.com/2007/08/o-significado-da-borboleta-imagem-da.html

Olhos fechados podem ser interpretados como o sono eterno. Fechar os olhos de uma pessoa quando ela morre de olhos abertos significa zelar para que a alma dela possa descançar em paz.

3- Eu gostei mais da capa da Editora Aleaguara, do México, porque acho que foi a que melhor representou a história. Acredito que a mulher vestida de preto seja a morte enviando as suas cartinhas liláses lilases, com um relógio na cabeça, simbolizando os 7 dias de vida que as pessoas teriam para dar cabo de seus problemas terrenos.

As palavras “perro”, “hombre”, “guadaña”, “violonchelo”, “sueño”, “correo” e “carta” escritas na roupa preta da mulher simbolizam as principais preocupações e ideias na cabeça da morte durante a história.

Letícia Pina – 1B

24 07 2009
Clara

1) Como alguns já disseram aqui, os elementos de todas as capas trazem algo relacionado com a morte. Temos como exemplo a caveira, que em muitos lugares simboliza a morte, a borboleta que simboliza o renascimento, os olhos fechados que podem significar o estado físico de uma pessoa morta, ou pode significar, como LN citou, a vontade da morte de não querer ‘trabalhar’.
2) A caveira e a borboleta são os elementos mais usados entre as capas. Eles são relevantes justamente por seus significados, que geralmente significam a Morte ou algo relacionado com ela.
3) A capa mais adequada para mim é a da Editora Leya. Ela nos traz uma dúvida em seu significado, como citei acima, e mesmo assim, os significados que ficamos em dúvida são relacionados fortemente com o tema do livro.

Clara de Andrade, 1º E

25 07 2009
mateus00vieira

Bianca,

Por curiosidade, eu parei muitas vezes para tentar entender o que significa a capa da edição brasileira, até agora não consegui nenhuma resposta. Você poderia me ajudar?

25 07 2009
Edise Freire

A capa ” da morte ” da à qual quis referir-me foi a da Editora Aleaguara. E a capa que mais constrói ambiguidade na minha opinião é ambiguidade, na minha opinião, é a da Editora Leya porque o olho fechado pode simbolizar tanto o desprezo da morte em relação as pessoas, quanto o falecimento.

Edise freire, 1° C.

26 07 2009
Alexandre Amorim

1- Toda vez que escolho um livro, sempre me recordo de um ditado “nunca julgue um livro pela capa”, mas é na capa que temos o primeiro contado contato com o livro. A imagem é uma forma do consumidor perceber o tema abordado. No livro de Saramago, o título resume muito, por isso acho que as imagens, nesse caso, não faz fazem muito efeito para min.

2- O elemento constante foi a caveira. Em todas as fotos capas aparece caveiras menos aparecem caveiras, menos na editora do México, é eu entendo que deve ser a morte, e a leya e na da Leya. Nas fotos capas em que aparece uma borboleta, percebemos, mesmo que seja pequena, uma caveira em sua cabeça.

3- Eu escolheria a capa da editora americana. Resume um pouco de cada. Tanto a caveira quando a borboleta (levando em consideração a explicação de Felipe Moura Wanderley).

26 07 2009
hannahriff

Nem precisei ler todos os comentários pra perceber que muitas pessoas aqui também tem têm opiniões iguais às minhas e muitas das coisas que eu queria dizer já foram ditas, mas vamos lá mesmo assim.

A princípio, pela primeira leitura da capa da obra, nota-se que o livro fala sobre a morte (isso é meio óbvio até pelo título), mas eu também pude notar que não era uma morte simples, era uma morte misteriosa, mais complexa. Que quando complexa, pois enquanto muitos acreditam que a imortalidade é um benefício, com a leitura do livro notamos que é o contrário, a falta da morte acaba trazendo prejuízos e se e, se acontecesse, acabaria tornando o mundo um caos. Por isso, a capa do livro deve deixar esse ar de mistério acerca da morte, como foi passado em quase todas as ilustrações mostradas aqui no blog.

O elemento que foi constante nas capas são as borboletas e as caveiras, como foi dito por muitos aqui também, a caveira por si só já é subeentendida subentendida como a morte ou uma aproximação da mesma. A borboleta tem um significado bem importante, que eu só pude entender após a leitura do livro (o que deixou um ar bem mais misterioso a capa, e eu particularmente preferi assim, pois as pessoas que não lerem, não entenderão o por quê porquê do uso da borboleta). Na capa do livro aparece uma borboleta com o desenho de caveiras nas suas asas. Na realidade, existe uma espécie de borboletas (que é mencionada no livro) chamada Acherontia Atropos e no seu corpo tem uma mancha que parece mesmo uma caveira. No livro, a morte pensa que o uso destas borboletas em vez de cartas de cor violeta como aviso de futuro falecimento, poderia ser mais eficaz.

Eu gostei de duas capas, a da editora Leya, e a dos Estados Unidos.

Professora, não tive os mesmos olhos observadores que a senhora, mas depois que li seu comentário que o possível cílio da capa também poderia ser uma pena, achei muito bem bolado. Pois bolado, pois a pena representa a fragilidade do ser humano diante da morte, e gostei dessa representação. A capa dos Estados Unidos conseguiu juntar a caveira ao fundo, com a borboleta que também já foi bastante discutida nesses tópicos.

26 07 2009
beatriz

As capas feitas em Portugal fazem a mesma ligação uma para com a outra, que é a da idéia da morte, mas eu não acho que seja coerente com o livro, pois a idéia ideia do livro é exatamente o contrario contrário (que as pessoas não morrem).

A capa que apresenta melhor a obra de Saramago é a do México. O relógio na cabeça representa o passar do tempo na nossa consciência, que significa que tudo tem o seu tempo, e que um dia a morte tem que chegar para todos.

As cartas jogadas para cima desfazem exatamente a idéia de que tudo tem o seu tempo, que é o que acontece no livro.

Beatriz Marino Araújo 1ºA

26 07 2009
liviacaldas

Como a capa é muito importante, pois é por ela onde vemos se temos interesses por uma obra. Então obra, então tem que estar sempre caprichada dando caprichada, dando ênfases a à imagem ou usando letras ou cores diferentes pra chamar atenção. E é o que foi colocado nessas capas, sendo utilizado utilizadas figuras representando a morte como morte, como é o caso da caveira, e o da borboleta por borboleta, por causa do casulo, que lembra o túmulo e sugere a sepultura.

Além de terem em comum o nome do autor sempre em destaque, foi sempre colocado antes do titulo título da obra, pelo fato do autor Saramago ser bastante conhecido pelas suas obras. Ocorrendo obras, fazendo assim com que as pessoas às vezes nem vejam o título da obra, só veem que é de Saramago e já compra compram, pois sabem que é um bom autor, e então consequentemente a obra deve ser boa, não fazendo diferença o título da obra.

A que melhor representa a obra de Saramago na minha opinião é a segunda da editora Caminho, pois as borboletas na fase de largatos lagartas representam a vida e na fase de casulo a morte.

Lívia Caldas 1º C

27 07 2009
carolinambat

A primeira coisa que se vê no livro é a capa. Nos de Saramago, eles tem têm uma certa provocação com para o tema, que nesse caso é a morte. O principal elemento colocado na capa é a caveira, que está sempre associado à morte.
Como se percebe, borboletas e caveiras aparecem nas capas do livro. A caveira aparece para mostrar a morte e tudo interligado a ela. A ela: a enfermidade, o ato de morrer, etc. A borboleta representa o ser humano, a vida, tudo que é diferente da morte, fazendo um contraste na capa.

Pra mim,a melhor capa seria a dos EUA, pois mostra muito sobre o “duelo” entre a morte e a vida, o contraste que eles fazem.

27 07 2009
alineholanda

Todas as capas tentam retratar a morte de alguma forma. A primeira e a última usam uma caveira, que é um modo simples e direto de mostrar o conteúdo do livro. Já a segunda, a terceira e a quarta utilizam elementos diferentes. A segunda mostra a Acherontia atropos, a borboleta que tem uma caveira nas costas. Esta também está presente na última capa. A terceira me pareceu duas coisas, uma seria uma pena caindo, e outra seria um olho fechando. As duas, de certa forma, representam a morte. Já a quarta foi a que achei mais interessante, por conter vários elementos presentes no livro. A mulher vestida de preto, que pode ser vista como a morte ou como até uma pessoa qualquer, um pouco acima dela tem um relógio, que seria o tempo da vida, e à medida que o tempo vai passando a sua figura vai se despedaçando em linhas verticais. A esquerda da mesma tem os sobrescritos vinho, a carta da morte. Além de todos esses elementos, o corpo da mulher apresenta algumas palavras como: Correio, homem, carta. Todas também presentes no livro.

Aline Holanda 1º C

27 07 2009
Professora Bianca

Abelardo,

Correção mínima: não é uma cidade, mas um país. Lembre-se que há um ministro e uma família real!

27 07 2009
Professora Bianca

Felissa,

O fato de a borboleta ter em si uma caveira, além da interpretação levantada por você, tem uma relação direta com um conteúdo, uma passagem do livro, mas só conseguimos fazer ao fim da leitura.

Quem sabe que conteúdo é esse?

27 07 2009
Professora Bianca

Pedro Paulo,

Você precisa desenvolver suas ideias de forma mais original. Que tal procurar novos elementos nestas capas, como o uso das cores em cada uma delas e seus significados?

27 07 2009
Professora Bianca

Maria Isabella,

Não entendi porque a caveira representaria a morte da borboleta em si. Que elemento denota que a borboleta irá morrer?

27 07 2009
Professora Bianca

Bem lembrado, Letícia: a borboleta pode, sim, ser uma mariposa, que, aqui no Brasil, é vista em muitas regiões com negatividade, pela sua cor escura.

Boa pesquisa!

27 07 2009
Professora Bianca

Clara,

Pelo que eu entendi, a dúvida a respeito da capa da Editora Leya é se o olho é o da morte ou das pessoas que morrem. E se essa imagem não for a de um olho, mas a de uma pena?

(Será que só eu consigo enxergar uma pena? Se for acho que eu preciso ir pra um oftamologista… ou então eu perdi mais um parafuso nas férias 😛 )

27 07 2009
Professora Bianca

Mateus,

Como diz meu marido, essa “minha sensibilidade não alcança”! 😛 Não faço a mínima ideia! A única coisa que eu identifico na capa da Companhia das Letras são folhas de papel. Talvez sejam as cartas ou os arquivos que a morte tem (aqueles, com a ficha de todas as pessoas). Mas eu não ponho minha mão no fogo por isso não. Acho as capas que a Companhia das Letras faz para os livros de Saramago abstratas demais para o meu gosto. A do livro A Caverna, por exemplo, pra mim, não significa nada.

Espero que alguém do projeto gráfico leia isso! Quem sabe a editora não traz umas capas mais “legíveis”?

27 07 2009
Professora Bianca

Hannah,

Você me salvou de uma ida ao oftalmologista! Eu já achava que estava tendo alucinações! 😛

Você matou a charadinha que lancei numa resposta a comentário anterior: a borboleta Acherontia atropos!

27 07 2009
Professora Bianca

Beatriz,

Não entendi porque as cartas jogadas para cima desconstroem a ideia de que tudo tem o seu tempo. Explica melhor, please!

27 07 2009
Professora Bianca

Lívia,

Mas se a borboleta da capa não está nem na fase de lagarta nem na de casulo, o que ela representa então?

27 07 2009
Professora Bianca

Aline,

Porque a pena caindo (êba, mais uma que viu a pena!) é uma imagem que você associa à morte?

27 07 2009
Maria Isabella

Pelo meu ver, acho que pela caveira está dentro da borboleta ou até mesmo da mariposa, ela podia significar que a morte está perto de chegar ou até já chegou nela (a vida e a morte juntas). É como a capa da Editora Leya, que você pensa que é um olho fechado mais mas/porém é uma pena caindo, como se a vida estivesse indo embora e a morte chegando.

Maria Isabella – 1ºF

27 07 2009
alineholanda

Porque a pena é fragil, como a vida. Ela caindo, para mim, dá uma idéia percusso de percurso, da vida que estamos fazendo. Ela vai seguir aquele percusso percurso até que uma hora ela chega no chão e para. Assim como é nossa vida, vivemos durante um tempo até que antigimos nosso ” chão ” que no caso é onde acaba nosso percusso percurso, ou seja, a morte.

Viajei né ? kkkkk 😛

27 07 2009
Professora Bianca

Aline,

Viajou, mas adorei essa viagem! 😀
Observar o mundo simbolicamente, como poetas, como artistas, é se permitir fazer essas viagens assim!
Tem quem ache que é uma perda de tempo…
Pra mim, passar pela vida sem viver isso é que é tempo perdido! 😛

27 07 2009
ileanajustiniano

1- A capa é a primeira impressão entre o leitor e a obra, e como o próprio ditado diz a e, como o próprio ditado diz, a primeira impressão é que conta, então conta. Então se a capa não for atraente o leitor poderá não dar tanta importância ao livro. Basicamente uma capa deve apresentar o título da obra e o nome do autor, além disso, deve estar presente também o estilo do autor e um resumo da obra em forma de figuras ou em um pequeno subtítulo para que assim o leitor só de olhá-la tenha pelo menos uma ideia do que se trata o livro, suas figuras devem ser intrigantes e misteriosas para que o leitor queira saber o pq delas e assim ser induzido a ler. Quanto às capas da intermitência da morte de As intermitências da morte creio que oq o que foi julgado importante apresentar foi o nome do autor, título e uma figura que resuma o livro e que seja ao mesmo tempo intrigante.

2- Bem, em pelo menos 3 capas o crânio aparece. Mas oq o que me chamou mais atenção é que em todas as capas há uma parte do corpo humano, seja ela um olho, um crânio, ou até mesmo um corpo. Além disso, todas as partes expressam morte, o olho fechado, o corpo como se estivesse com dor e a própria caveira. No meu ponto de vista a importância dessas figuras é que elas dão uma ideia do que será falada no livro, morte.

3- Eu acho que a melhor capa é a da Editora Leya, pois o olho fechado pode representar o fim da vida, por outro lado também é visto uma pena e esta pode significar o fim de algo quando ela cai no chão, mas também pode representar um fato que se perdura, pois a pena voa enquanto houver uma única brisa e continua a voar. No meu ponto de vista a pena melhor representa As Intermitências Da Morte, pois esta voa com a brisa e pode voar por muito tempo sem parar ( isto seria as intermitências da morte) e quando esta brisa acaba ela cai no chão isto seria a representação da morte.

Ileana 1B

27 07 2009
pwbs

1 – Como é citado acima a acima, a capa é o primeiro contato do leitor com o livro, por isso deve ter imagens com duplos sentidos com a intenção de causar a curiosidade no leitor. Os livros de Saramago causam essa curiosidades pois curiosidades, pois trazem simultaneamente imagens de caveiras e borboletas significando borboletas, significando a morte e a ressurreição respectivamente. Outra imagem que me chamou atenção foi a do olho fechado , que pode nos passar que a pessoa está morta ou que está pronta para acordar para a vida.

2 – Os elementos que mais aparecem na capa dos livros de Saramago são as caveiras e as borboletas. Esses elementos simbolizam a morte e a ressurreição para uma nova vida.Também percebi que as cores utilizadas nas capas dos livros são utilizadas de uma forma que as imagens das caveiras e das borboletas fiquem bem destacadas.

3 – As obras que na minha opinião melhor apresentam as obras de Saramago são a segunda e quinta, pois apresentam simultaneamente a caveira e a borboleta, mostrando que ocorre a morte (caveira) e em seguida a ressurreição (desabrochar da borboleta) para uma vida nova.

Pedro Paulo Wanderley 1 F

28 07 2009
abelardoneto

Não sei pq eu botei cidade oO?

28 07 2009
Márcia

1- Para apresentação da capa, deram mais importância, mais ênfase à morte [se utilizando de imagens, símbolos, que a representem]. Dessa forma, causariam mais impacto nas pessoas, daria a elas mais interesse de lerem o livro.
2- Sim. A relevância é que eles nos fazem lembrar a morte [a caveira, a mariposa, o olho fechado]. Tudo isso nos causa mais choque, torna a capa mais atraente, nos dá interesse em ler o livro.
3- Creio que, antes de ler o livro, a capa mais explicativa [vamos dizer assim], seria a utilizada nos Estados Unidos. Ela com certeza nos daria vontade de comprar o livro. Porém, após lermos o livro, a capa que retrataria melhor toda a história seria a capa da Editora “Aleaguara”, do México. Porque estaria retratando a morte como um ser, um alguém que sabe, que controla tudo. Dá o nosso tempo [relógio na cabeça], define nossos limites, que já ela que diz quando nossa vida por aqui acaba.

Márcia Barros C. Melo – 1ºE

28 07 2009
mateus00vieira

Tem razão Bianca, todas as capas de Saramago feitas pela Companhia das Letras são estranhas, a única que eu achei um pouco legível foi a do livro “O Caderno”, bem espero que eles leiam mesmo!

28 07 2009
Kevin Melo Accioly

Os ilustradores tentam, com a capa, tornar atrativo o livro para o leitor, tentando-o a comprá-lo. Mas eles ainda não acharam isso o suficiente e tentaram vender o livro através do autor, deixando seu nome maior do que o nome do livro.

As coisas mais constantes nas capas são as caveiras e as borboletas da morte, essas últimas tem têm importância maior em outros países, onde se diz que elas são as almas das pessoas deixando esse mundo. Porém não há uma grande relevância desses símbolos na obra. As capas que usam esses símbolos foram construídas levando em consideração apenas o título em especial por causa da palavra “morte”. O ilustrador não tem têm o menor conhecimento da história.

A capa que melhor faz jus à obra é a da editora mexicana, pois representa uma cena do livro, que é a morte enviando suas cartas. Porém, isso só deve ter sido possível (pois a capa não é de primeira edição), pois porque o livro mexicano foi publicado após ser premiado, tempos depois do lançamento original.

28 07 2009
otavio neto 1 f

1. Pela minha análise a maioria das editoras procurou representar a morte de alguma maneira, e na maioria delas a representação foi realizada pela figura de uma caveira. Porém podemos perceber que existem aquelas capas que não se ligaram em demonstrar o assunto que é a morte, sendo a revelação deste assunto feita apenas pelo título que é o menor resumo possível do texto, como por exemplo, a capa onde temos um olho fechado, deixando uma pitada de mistério no ar.
2. Foi bastante constante a utilização de figuras de caveiras e borboletas por parte das editoras, pois estas figuras têm como principal simbologia a representação da morte, que é o assunto tratado pela obra de Saramago.
3. A primeira, pois o assunto tratado no texto é a “greve” realizada pela “morte” em um determinado país, porém, o termo utilizado no título da obra, “intermitências”, é um termo culto, que tem seu significado conhecido por poucos integrantes da sociedade, mas supondo-se que todos conheçam a palavra já sabemos que a história trata de uma interrupção na “morte”, o título entrega a história, porém a caveira deixa um mistério no ar, da um tom de mistério, pelo menos foi o que eu sentir, um mistério que provoca o leitor a saber o motivo da paralisação, como se dá este fato

Otavio neto 1f

28 07 2009
alexandreloureirofilho

1-Todos os livros põem na capa algo relacionado a à morte. A borboleta e a caveira foram duas coisas muito importântes importantes para mostrar ao leitor uma das principais ideias do livro, as duas faces da morte. Já a pena, mostra o quão instável é a vida humana, e a mulher representa a morte em pessoa.
2- Os elementos mais usados foram a caveira e a borboleta e eles são de extrema importancia importância para caracterisar caracterizar a morte, pois ela (no livro) é fatal como a caveira e no decorrer do livro se mostra linda e capaz de trazer a alegria a um ser humano (ou mais) como a borboleta.
3-A melhor capa para mim é a capa atual da Editora Caminho, pois ela mistura os dois simbolos símbolos que mais gostei, a caveira e a borboleta.

Alexandre Loureiro 1 B

28 07 2009
marcela albuquerque

Todas as capas apresentaram uma imagem que representa o livro, a Morte. Em algumas apareceu uma caveira, que é um símbolo muito comum da Morte, em outro apareceu uma mulher, que no caso seria a morte do livro, enviando as cartas para as pessoas que iam morrer (essa imagem não fica muito clara para quem ainda não leu o livro), aparece também uma borboleta, que de alguma forma é o símbolo de morte, pois para se transformar de lagarto lagarta para borboleta, ela teve que “morrer”, e em outra aparece um olho fechado, representando uma pessoa morta, que está dormindo para sempre.

Eu acho que a capa é com certeza um dos principais aliados das editoras para a venda de livros, pois ela atrai a atenção dos compradores, pessoalmente eu nunca comprei um livro por causa da capa, nem esperei entendê-lo atraves através dela também, mas, como tem gente para tudo no mundo, normalmente a capa tenta nos transmitir uma idéia ideia do livro com imagens (e até hoje eu estou tentando entender o que é isso na frente do nosso livro da Companhia das Letras). Outra coisa interessante, é que o nome do autor vem em cima no título do livro, e na maioria das capas, com muito detaque, e até em um tem dizendo que ele é o ganhador do Prêmio Nobel, esse também é um recurso que as editoras utilizam para vender o livro, por causa do autor, por que ele é conhecido, e suas obras são boas.

Eu achei as capas que têm a borboleta, muito interessantes, por que porque além de ser um símbolo da morte, já que a borboleta morreu, ela mostra que a lagarta morreu para se transformar em algo melhor, que a morte não é necessariamente uma coisa ruim, essa também é uma mensagem passada no livro.

marcela tenório albuquerque 1C

28 07 2009
luizgeraldo10

Todas as capas apresentam, evidentemente, uma arte que nos remete à morte já que o título e o tema do livro é a mesma. Nada melhor que uma caveira para fazer isso, logo ela é a figura que mais se destaca nas capas.

A escolha de uma capa é bastante relativa. Acredito que cada editora analisa o perfil do leitor de seu determinado pais e, com isso, elabora uma capa que possa persuadí-lo persuadi-lo. A minha preferida foi a capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA. Ela tem uma ótima arte e um pequeno jogo de cores adequado ao título. Além disso, a borboleta situada na boca da caveira expressa a metamorfose sendo mordida, que por sua vez deseja mostrar que o ciclo da vida foi interrompido pela morte. Essa representação é melhor explicada ao longo de um trecho na parte inicial da história.

Luiz Geraldo – 1º D

29 07 2009
Raphaela França

Assim que vou comprar um livro, observo primeiramente o título, e depois a capa, porque estes dois elementos servem como um ”resumo” daquela obra. A capa pode apresentar um momento da história, ou um símbolo dela. Neste caso, as várias editoras apresentaram um desses dois aspectos para chamar a atenção do leitor.

A caveira é apresentada em duas capas, sendo um símbolo constante da morte, e a borboleta (ou marimposa mariposa) em outras duas. Bom, esta segunda pode ser interpretada de duas maneiras: a primeira, como um símbolo da vida, das transformações humanas, e a segunda, não como a morte, mas como um mau presságio do que irá acontecer. A partir dessas duas observações o leitor tem uma ideia dos acontecimentos da obra, e provavelmente terá curiosidade em saber do que se trata, e se suas interpretações foram corretas.

Bom, achei a capa da Editora Leya superinteressante, porque cada pessoa pode ter uma interpretação sobre essa imagem tão simples. Pode ser o olho da morte se fechando para os humanos, pode ser um olho humano se fechando quando morre, e também pode ser uma pena, leve e frágil, como a nossa vida, que apenas com o sopro do vento muda totalmente seu rumo, e ao menor esforço é despedaçada.

Raphaela França, 1º A

ps: Professora, o que você interpreta na capa da Companhia das Letras? Até agora não tive uma opinião sobre ela… Parece um túmulo… 😛

29 07 2009
cassandra14

As capas dos EUA e a de Portugal tendem a usar a caveira como símbolo que significa morte e está relacionada um pouco com a mensagem do livro, não livro. Não deixei de notar também a presença das borboletas (que nós faz lembrar que para a borboleta nascer ela depende da morte da lagarta representando assim também a morte). Gostei muito da capa da Capa atual da Editora Leya de Portugal, pois esse olho fechado com o fundo branco lembra um defunto no caixão, mas em minha opinião a melhor capa que representa a obra de José Saramago é a capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt dos EUA.

Cassandra Lopes 1º “F”

29 07 2009
osvaldohenriquec

1. As capas com as ilustrações e o nome de Saramago trazem ao leitor um conhecimento prévio do que será abordado no livro. Sendo assim, dá para fazer uma comparação em relação ao conteúdo que será trabalhado. Ao longo, o leitor fará uma análise no conteúdo e logo perceberá a sua linguagem. Interessada, a pessoa pode ou não fazer a compra. Mas com certeza ele (a) notará que o livro é rico em aprendizagem e cultura.

2. Foram constantemente observadas figuras de caveiras e borboletas. A caveira é utilizada por todos os países como simbologia de morte e perigo, já a borboleta representa a passagem de um ciclo para outro, ou seja o fim de uma vida e o começo de outra.

3. A capa que melhor representa é a numero 1 “Que publica Saramago em Portugal”. Nela está contida um desenho de uma caveira , por tanto a portanto, a figura perfeita para representar a morte e logicamente o livro e, logicamente, o livro.

Osvaldo Henrique – 1º ano A

29 07 2009
Ana Maria Couceiro

Me refiro a Refiro-me à Capa atual da Editora Caminho. Na minha opinião essa e a capa americana são a que melhor representam a ideia que Saramago queria passar. A ideia é que as pessoas passam por várias fases, como infância, adolescência, a fase adulta e depois morte a morte. A borboleta também tem fases, ela é uma lagarta, depois vira uma borboleta e morre. No caso a borboleta representa as fases da vida e a caveira a morte.

1º A

29 07 2009
Melina Franco

Como muitos já disseram, a capa do livro é um elemento fundamental, junto com as outras informações que a compõem. Mas, de toda a capa, o que mais intriga o leitor é a gravura. Acredito que a gravura tem a obrigação de falar um pouco sobre o livro, mas precisa ser meio “misteriosa”, meio sem sentido à primeira vista, que só passará a fazer sentido depois que ler o livro, acredito que é isso que atrai o leitor. A gravura tem que ser algo chocante ou curioso, a para o livro “As intermitências da morte”, nada mais adequado para descrever a morte do que a famosa caveira… Achei a utilização das borboletas muito bem colocada! E lendo as afirmações anteriores, me inditifiquei identifiquei com a do nosso colega Mateus Vieira. Eu já tinha escutado de algum lugar que as borboletas significavam morte, e acho que essa figura dá extamente o efeito de curiosidade, afinal, quem diria que uma criatura tão singela e delicada, que para muitos significa vida e beleza, esteja relacionada com a morte?
A capa que pra mim melhor representa a obra de Saramago é a da editora Houghton Mifflin Harcourt, EUA. A caveira no fundo da capa já nos faz perceber que a obra estã está relacionada com a à morte, e a borboleta na sua boca, mostra boca mostra uma forma de silêncio, uma forma de luto, que, quanso quando associamos ao livro, podemos ligar ao fato do luto da morte, que para de matar as pessoas pois as mesmas magoaram os seus sentimentos.
Melina Franco 1º F

29 07 2009
Guilherme França

1- A arte da capa de um livro mostra o principal assunto da obra. Uma capa bem trabalhada pode deixar mais claro o conteúdo do livro para o leitor. As diferentes capas de “As Intermitências da Morte” retratam imagens da morte como se é imaginada como ela é imaginada.

2- Alem Além do nome do autor (obvioóbvio), as imagens de crânios que crânios, que significam a morte para muitas culturas e as mariposas (ou borboletas) que são consideradas mensageiras da morte.

3- Acho que a terceira capa da Editora Leya de Portugal. Gostei desta capa pois capa, pois não há nenhuma representação direta da morte, e a historia história do livro é principalmente desenvolvida após a “saída” da morte da vida das pessoas.

30 07 2009
victoriarruda

1- A capa do livro tem grande importância para o leitor, pois é através dela que a pessoa pode criar o interesse (ou não) de ler o livro em questão. As capas devem ser bem elaboradas e tem que ter a cara do livro.

2- A caveira. Pois como todos devem saber, ela lembra a morte.

3- A capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA. Porque ela além de ser (para mim) a mais interessante, ela contém fatos do livro que você só vai entender quando ler.

Victoria Arruda – 1ºA

30 07 2009
Natália Kelsch

Ao analisar todas as capas, logo se nota que realmente há alguns simbólos símbolos em comum entre elas, como a caveira que é um simbólo símbolo de morte bastante popular, e a borboleta que representa, juntamente com a caveira, um reflexo de toda a história.
Achei a ideia do acréscimo da borboleta como simbólo um símbolo muito interessante, pois uma capa com apenas uma caveira, ou com simbólos símbolos comuns (para representar morte), seria muito clichê. A ideia da borboleta na capa atual da Editora Caminho e na capa da HMH, creio que foi um meio de representar a volta de uma lagarta como borboleta, à vida. É realmente muito viajado, mas querendo ou não, tem muito haver a ver com a história e com o contexto de vida e morte.
A capa que mais gostei, foi a da editora HMH, dos EUA. Como já falei, ela trouxe um ideia bastante interessante, assim como a atual da editora Caminho.

Natália Kelsch, 1° A.

30 07 2009
Arthur Amorim

1- na A capa de um livro deve conter informações suficientes para seduzir o leitor, mas não muitas informações para não dar de cara todo o livro.

2 – nas Nas capas dos livros em Portugal mostra-se ilustrações que coisas ja já mortas porem porém o livro fala sobre a greve da morte.

3 – Capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA, pois nela ela contem contém os símbolos de morte (a caveira) e de mudança (a borboleta).

30 07 2009
danielbelian

1 – Julgou-se importante que fossem ressaltados elementos que retratassem o ponto principal da história, no caso, a morte, que é representada pelas borboletas com a caveira, as quais também aparecem no enredo.

2 – A Borboleta. É ela que informa à pessoa que ela irá morrer na obra.

3 – A atual da editora Caminho, pois retrata a borboleta, por ter papel importante na estória e a simplicidade da morte, esta também representada pela borboleta.

30 07 2009
Melyna Cavalcanti

A caveira é um símbolo mais conhecido ao se falar de morte. A caveira representa uma pessoa que já morreu, no entanto, no livro não há ninguém que morre, por esta razão a caveira foi apenas utilizada para combinar com o título do livro. A borboleta representa o símbolo da a alma, pois da mesma forma que esta abandona a crisália para voar, o espírito também se liberta do corpo físico para ganhar espaço infinito.
Os elementos constantes são a borboleta e a caveira, pois representam a morte em vários países do mundo. Mas também não é apenas isso. Existe também a mistura de cores escuras que dão melhor a entender que aquela obra fala de algo triste.
A capa que eu acho melhor para representar a obra de Saramago, seria a da Editora Houghton Mifflin Harcourt, pois representa melhor o tema do livro.

Melyna Cavalcanti – 1º A

30 07 2009
lucasvasconcelos

1- A capa tem como principal objetivo seduzir os leitores para determinado livro, mostrando o que o livro tem de bom. A capa traz também resumidamente o do conteúdo do livro.

2- Os elementos constantes são as borboletas e as caveiras. A borboleta que representa a mudança de vida por causa da sua metamorfose, e a caveira que é símbolo de morte em vários lugares.

3- Para mim a capa que melhor representa o conteúdo da obra é a capa do EUA, pois mostra a borboleta e a caveira juntas, porque esta capa pode simboizar a transformação que as pessoas vão ter, mas não morrerão e vão sofrer pela ausencia ausência da morte.

Lucas Vasconcelos 1° F

30 07 2009
leandroperrelli

1- As capas tentam resumir o conteúdo do livro a partir de imagens e, nesse caso, expressam a morte. Temos como exemplo disso o constante uso do símbolo de uma caveira significando a morte e desgraça, mesmo fazendo parte do ser humano (esse ponto deve ser muito relevante). Além do uso de caveiras, há o uso de borboletas que possuem símbolos de caveiras. O sentido que se dá a essas borboletas é que elas significam uma mudança de vida, e que mesmo sendo, inicialmente, uma mudança inofensiva, mais tarde trará grandes problemas.
2-Foi muito constante o uso de caveiras e borboletas. A relevância se dá por significarem uma mudança mortal.
3-A capa que eu acho que melhor apresenta a obra de Saramago é a capa da editora Houghton Mifflin Harcourt, pois mostra uma borboleta com o desenho de uma caveira significando a tal mudança mortal e no fundo, há um desenho de uma caveira, mostrando que isso se trata de uma desgraça no universo humano.

Leandro Perrelli 1ª D

30 07 2009
priscilajales

I – Os elementos principais são o nome do autor, que serve para realçar o conteúdo do livro, por ser um autor renomado, o título da obra, que traz uma síntese do livro, para se ter uma ideia do que há nele e nele e o último, mas não menos importante: a imagem, que deve ter ligações com o conteúdo dos livros.
a) Na capa 1 o nome do autor está com a letra destacada, para realçar por quem foi escrito, um grande escritor brasileiro. A caveira mostra o que fala a história , da morte, porém ao ver a caveira pode-se traduzir para outro âmbito significado, que seria o exagero da morte, mas ao fazer um link com o título percebe-se que na verdade a caveira representa a “parada” da morte, a cor azul realçada no amarelo também ajuda mostrando ajuda mostrando um aspecto sereno, que não se liga com o aspecto fúnebre da morte.
b) Na capa 2, o elemento que prende a atenção do leitor é a borboleta, pois o nome do autor e o título encontram-se do mesmo tamanho. Então o leitor começa a pensar qual a relação, podendo ser porque as borboletas representem a vida, a transformação e isso tem lógica, pois o título é o fim da morte, ou seja, a vida. Porém ao terminar de ler o livro ele Porém, ao terminar de ler o livro, ele pode interpretá-la de outra forma, que seria a lagarta representando a primeira parte do livro, quando a lagarta vai entrar no casulo ,representa o anuncio da TV onde a morte declara o fim da ‘’greve’’ e que ela vai avisar do dia do “fim” através de uma carta que seria um tipo de casulo, onde a morte (anúncio) estaria guardada e sairia de lá virando uma borboleta no “paraíso”, mas a morte se apaixona pelo violoncelista e partir e a partir dali declara a greve novamente, que seria quando vira borboleta. A capa 2 tem uma ligação com a última, havendo a mesma interpretação, porém o verde em meio ao preto pode significar esperança que depois de virar borboleta ela vai morrer para acabar com o caos.
c) A capa 3 realça o sobrenome Saramago por ter grande força no mercado e o olho fechado e preto contrapondo com o branco, mostra a morte de uma maneira mais delicada, como se depois de sofrer com o fim da morte as pessoas fossem aceitar ela normalmente, tendo essa “greve” servido de lição
d) A capa 4 mostra o nome e o titulo menores já que o realce esta está na imagem, onde na qual a mulher com a cabeça coberta por um capacete de guerra, com a roupa preta e lilás representa a morte, que está em degradê, ou seja, sumindo, a morte então estava acabando.
II – O nome do autor e o titulo aparecem em todas as obras, porém com ênfase diferente em cada uma, o nome do autor serve para mostrar o poder da obra e o título de suporte para interpretar a imagem e também para qualificar e caracterizar o livro. A borboleta foi o elemento que mais apareceu.
III – Para um leitor que já leu o livro ou tem uma ideia do assunto tratado a capa que melhor representa são a 2 e a 5, pois mostram as borboletas, cuja importância já foi comentada anteriormente e para um primeiro contato com o livro a capa 4 por causa da mulher que representa a mostre que está desaparecendo.

Priscila Jales 1º E

30 07 2009
rafavilarim

1- Como muitos falaram, a capa é a primeira visão do leitor quando se pega no livro. Através dela, ele pode se identificar ou não com a mensagem trazida pelo livro, para que possa ler ou não aquele. Nas capas mostradas, a caveira traz uma ideia de morte, de uma coisa sofrida. Já a borboleta para muitos traz uma ideia de vida, dividida em fases.
2- Os elementos constantes dessas capas são a caveira e a borboleta. Como eu já falei, uma traz a sensação de morte e a borboleta traz as fases da vida, traz a ressurreição, traz mais a vida.
Observamos que a borboleta está presente em duas dessas capas e sempre vem acompanhada de uma ilustração da caveira. Ou seja, sempre tem uma ligação direta com ela.
3- Mesmo gostando muito da capa da editora Leya, de Portugal, eu fico com a capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH) dos EUA, pois para mim as pois, para mim, as imagens da caveira e da borboleta possuem uma ligação que também trás durante há durante o livro, que é a ligação entre a vida e a morte.

Rafael Vilarim 1ºF

30 07 2009
Fernando Lima

A capa de uma obra literária é o seu resumo em apenas uma imagem. Ela transmite a idéia do livro, conta a história sem revelar seus detalhes. No caso de “As Intermitências da Morte”, todas as capas tentam transmitir uma idéia de morte. Por exemplo, na capa da Editora Caminho (em Portugal) e da editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), há uma figura de uma caveira (que representa a morte), e nas editoras Caminho (atual) e da Houghton Mifflin Harcourt (HMH), também há uma borboleta (que representa morte em alguns países).
Como podemos ver, na maioria das capas aparecem figuras de uma caveira, ou de uma borboleta (ou ambos), pois a caveira representa o “ser humano morto” e a borboleta também representa morte em alguns lugares, pois de certa forma a larva “morre”(vira um casulo) para depois virar uma borboleta.
A capa da Editora Leya é muito interessante, pois como a professora Eliene disse no começo do tópico, o olho fechado pode representar pode tanto representar a morte como estada estado físico, quanto o desinteresse da morte em matar. Mas a minha capa favorita é a da editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), pois ela possui a caveira (que representa a morte), e a borboleta (que em alguns países representa a vida eterna, um fato que ocorre no livro), ambos fatores que também representam a morte.

Fernando Moura Lima 1° E

30 07 2009
marcelamoreira

A maioria das capas apresentou os mesmos símbolos: a caveira e a borboleta. A capa é um resumo do assunto tratado no livro. Então, a borboleta representa a passagem da pessoa da vida para a morte, já que ela nasce de um casulo. E a caveira representa a morte em si.
Eu achei muito interessante a capa da Editora Leya, de Portugal, porque, através de uma pena ela tenta representar a morte através de dois significados: a pena caindo como se fosse o fim da vida e ao mesmo tempo essa imagem representa um olho fechado, ou seja, uma pessoa morta.

Marcela Moreira 1º F

30 07 2009
ulisses batista de oliveira salzano ferraz

Achei muito interessante a capa da Editora Caminho, que tem uma caveira na frente, pois é o elemento que melhor mostra a morte, outra morte. Outra capa que eu admirei foi a da Editora Aleaguara, pois a morte ela é como se ela fosse é como se a morte fosse a dona do tempo, e é através da morte que mostramos os nossos registros

30 07 2009
taisst

1)A capa é o primeiro contato das pessoas com o livro então livro, então ela precisa chamar atenção. Cada capa dessas mostrou idealizações diferentes com cores dierentes, algumas você entende a capa logo que vê já outra é necessário que você leia o livro para fazer uma ligação.
2) A caveira foi a imagem mais frequente nas capas, pois ela é conhecida como símbolo da morte. Também foi frequente a presença de borboletas.
3)Eu preferi a Capa da Editora Caminho, que publica Saramago em Portugal, pois ela é bastante direta, mostra o símbolo da caveira que está ligado com a morte.

Tais Santiago Tavares 1A

30 07 2009
julianapitta

1 – A principal tarefa de uma capa é atrair o leitor e dar uma leve idéia ideia do que se trata o livro, então a grande maioria das capas mostra uma caveira, que, normalmente, representa a morte. O livro trata do começo ao fim sobre a morte, sobre a sua importância, sobre suas decisões, o caos que seria um mundo sem a morte , isto é, o tema do livro é a morte.

2 – Nenhum elemento foi totalmente constante nas capas, porém a idéia ideia que as capas desejavam passar foram quase as mesmas, quase todas dão a impressão de que o tema principal é a morte usando caveiras nas capas, que é um dos símbolos mais usados para representar a morte. Mas outros elementos também foram utilizados para representar outras partes do livro, como a borboleta, a morte chega a um ponto que decide enviar às pessoas que vão morrer borboletas, e não mais cartas. Já a capa do México mostra os problemas que a falta da morte causa.

3 – A capa que eu acredito melhor apresenta a obra de Saramago é a dos Estados Unidos, pois ela representa a essência básica do livro, ela mostra a morte (representada pela caveira) e a borboleta, que para mim representa as decisões da morte em relação à maneira como as pessoas deveriam morrer, isto é, quando decide mandar as cartas e depois decide trocar as cartas pelas borboletas.
Porém, no meu ponto de vista, essa capa não é uma capa que atrai os leitores, já que ela pode chegar a assustar, pode passar a idéia de uma historia “macabra”, o que não se aplica a esse livro. Então, se eu fosse escolher uma capa a minha escolha seria: ou a capa da editora “Caminho” ou a do México, pois elas conseguem passar a idéia de uma parte da historia do livro de uma forma leve, que deixa uma curiosidade maior e um maior desejo de ler o livro.

Juliana Camboim Pitta 1º E

30 07 2009
Mayana Maranhão

Ao pegarmos um livro, observamos a capa. A caveira predominou entre as diversas editoras, ao meu ver, a caveira representa a mortalidade humana, já que quando morremos, fisicamente é a única coisa que nos resta. A melhor capa que apresenta a obra de Saramago, ao meu ver, é a capa da editora americana, que tem a imagem de uma borboleta. Dando uma pesquisada descobri que as borboletas se extintas podem trazer prejuízo a fauna e a flora, ou seja, comparando com o livro, a morte extinta causa prejuízo a toda uma sociedade, superlotando e trazendo problemas para o governo.

1º B

30 07 2009
Mandz Iumatti

1- Em todas as capas a uma simbolização que representa a morte, como caveiras, borboletas, o tempo, e o olho fechado. Assim tendo a função de transmitir ao leitor através de uma imagem a temática do livro.

2- Os elementos que são constantes nas capas são as caveiras e as borboletas, que são os elementos mais comuns que representam a morte.

3- A capa que mais me chama atenção é a da editora Editora Houghton dos EUA, pois ela chama atenção, ela parece mais elaborada e ao bater os olhos nela faz com o leitor já tenha uma idéia ideia do que o livro ira irá tratar.

31 07 2009
Mariana

Uma capa quando bem elaborada sempre nos passa um tipo de “resumo” sobre a obra sem detalhes mas sempre levando ao ponto principal do assunto abordado.
Um elemento constante foi o uso da caveira já que em todo lugar ela representa a mesma coisa: um corpo morto.
Uma capa que me chamou muito a atenção foi a Capa capa da Editora Aleaguara, México. Ela mostra a morte como se fosse a dona do tempo e da razão, mostra a morte meio que “jogando” com a vida das pessoas.

Mariana Martins 1º C

31 07 2009
isabelabispo

1-É pela capa que um leitor sem conhecimento ou referências de um livro se interessa pelo mesmo. Todas as capas de “As intermitências da morte” tentam ilustrar a morte a sua maneira. Umas com uma caveira como representação, outras com a figura da borboleta e outras com sua diferente forma de dar vida ao título da obra. O olho fechado utilizado pela Editora Leya na capa representa a nossa morte. A caveira é um esqueleto só com cabeça e também nos lembra morte. A borboleta está na sua fase final. Já foi lagarta, já virou casulo e agora é borboleta. Logo a morte lhe chegará. Por fim a capa mais enigmática é a da Editora Aleaguara. Na minha concepção a podemos entender Na minha concepção, podemos entendê-la como a morte personificada.

2-O elemento que podemos observar que foi destacado por todas as editoras na capa foi o nome de José Saramago que vem em todas antes do nome do livro e só não vem em fonte maior na capa atual da Editora Caminho. Sendo Saramago um autor muito consagrado por suas outras obras como “Ensaio sobre a cegueira” seu “Ensaio sobre a cegueira”, seu nome chama a atenção das pessoas para o livro. Três das capas são do pais país de origem do autor, Portugal, porém elas não têm muito em comum. A capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt possui tanto a caveira (que está presente na primeira capa da Editora Caminho) quanto a borboleta (que ilustra a atual capa da Editora Caminho).

3- A capa da qual mais gostei de início foi a primeira capa da Editora Caminho por ser mais chamativa por causa do amarelo predominante destacando a caveira ao meio e o nome do autor. Porém, após melhor examinar as capas e entendê-las me agradou mais a capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt que apresenta tanto a caveira quanto a borboleta, fortes símbolos da morte. Por isso acho que é a que melhor representa o livro.

Isabela Bispo 1º C

31 07 2009
stycklu

1- Na maioria das capas mostra a morte como uma caveira e em outras capas mostra uma caveira e uma borboleta , como se a borboleta fosse a vida que é passageira , e que tem a morte em si.

2-A borboleta , a cor preta , a caveira e algum elemento passageiro como o relógio e uma pena caindo.

3-A primeira.Pois para mim a morte é melhor representada por uma caveira.

31 07 2009
henriquefreire

O fato de Saramago colocar o seu nome BEM mais visível que o título, é para dar uma sensação de que o autor é mais importante que a obra, e que esta obra seria o reflexo de seu criador. E concluindo, se esta obra foi tão bem feita, não se deve elogiar apenas a obra, pois seus devidos elogios deveria se dirigir àquele que colocou esta grandiosidade “no mundo das palavras” através de suas capacidades (conseguidas através de superações).

Todas essas capas representam a morte, cada qual com suas características, e que cada uma delas provoca um impacto diferente.

-O que se destina à a Portugal, possui uma capa muito atrativa por ser rústica (sem a necessidade de tantos detalhes). Uma boa arma para atrair os olhares da clientela é por ser chamativa graças à suas cores, um amarelo, que de contraste há o título de preto fazendo a leitura ser eficiente, sem antes que se vejam aquela caveira azulada.

-Capa atual da Editora Caminho: nada atrativo atrativa…

-Capa atual da Editora Leya, também de Portugal: será que alguém percebeu que aquele olho fechado pode representar a morte, pelo simples fato de que se fecham os olhos dos defuntos na hora do enterro, e que os defuntos são brancos (pálidos) que nem a capa? Detalhe básico, essa capa é nada atrativo atrativa…

-Capa da Editora Aleaguara, México: é muito pistoresco, mas está muito linda. Essa capa pode retratar da morte, mas é quando ela (no contexto da história) resolve virar mulher. E se vocês olharem direito, ela possui um relógio quebrado perante sua cabeça, pois quando ela era imortal é como se os ponteiros rodassem sem prazo de acabar. Agora era como se sua vida, sendo mulher, ficasse com um limite para os ponteiros da vida rodarem, indicando assim que como qualquer outro mortal, sua vida seria finalizada quando os ponteiros parassem (somente quando alguma substituta viesse para retomar a morte nesse país). Ah sim, não nos esqueçamos daquele símbolo de tortura para as pessoas, as benditas cartas… melhor dizendo… malditas cartas de coloração roxa.

-Capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA: é a melhor capa de todas, pois em primeiro lugar, o seu título é “morte com interrupções” (detalhe, em inglês há uma melhor sonoridade), pois fica mais claro para o leitor sobre o conteúdo do que “as intermitências da morte”. Outro aspecto importante é a caveira que representa a morte, que conforme a história do livro nos diz que é um esqueleto propriamente dito. PROTESTO em relação à a todos aqueles que disseram que a bendita borboleta representa “vida”, primeiro aspecto fundamental é que no livro há uma passagem que diz que essa borboleta que possui uma caveirinha nas costas se chama “morte”, e o segundo aspecto é que a morte ficou arrependida de não ter usado essas borboletas, em vez das cartas, para serem as “mensageiras”. Então essa borboleta seria uma provável “logomarca” da morte.

Henrique Freire 1ºD

Momentos para refletir:
Ninguém notou que a primeira frase do livro é igual à última? Essa frase “No dia seguinte ninguém morreu” se refere apenas a um único país, então a morte em questão seria apenas responsável pelas mortes dentro da fronteira. Se é assim é como se a morte fosse personificada, uma para cada território, é como se fossem operárias, e essa em questão mudou sua forma de trabalhar, até que no final pediu “demissão” de uma forma indireta.

31 07 2009
Laura 1º A

Bom, logo ao avistar as imagens com caveiras, relacionamos à morte, e consequentemente à a tristezas. No meu modo de ver Imagino que foi do seu objetivo causar a curiosidade sobre o que falaria um livro usando imagens na capa, como uma caveira imagens como uma caveira na capa, e se surpreender com o enredo da história que na verdade esta está relacionada ao medo humano do seu desaparecimento.
A editora de Portugal (Leya) chamou mais atenção por deixar um toque mais leve, ao tema escolhido, trazendo um olho fechado significando descanso, tranquilidade, um símbolo diferente e ao mesmo tempo curioso (foi o que teve mais a ver com a história). Todos os livros trazem nas capas, certo desejo de entende-lo entendê-lo, com a ajuda do título também, pois ainda é um assunto sem respostas concretas, e com uma série de dúvidas.

31 07 2009
marinapedrosa

1. Como primeiro item, as editoras apostaram bastante em cores e em símbolos que representassem a morte. Na primeira capa temos uma caveira, símbolo mais que tradicional para retratar a morte. As cores ficaram um pouco confusas quanto a sua função: o amarelo poderia ser para chamar atenção, o azul passa tranqüilidade, ou ainda, dependência. Fora o azul e amarelo, as capas tem têm muito preto, bem clássico para representar a morte e morte, e o roxo.

Temos em outras capas a borboleta, que representa a morte em alguns países, como Felipe disse. Os olhos fechados de uma mulher (a pena a gente discute depois :P, o pior é que parece mesmo, mas não deixa também de parecer uma mulher de olhos fechados!), o que representaria que ela está morta, ou seja, dormiu para sempre. Outra mulher, esta está presente em outra capa, tem sua cabeça como um relógio, o que poderia representar que ela tem controle sobre o tempo. Em sua mão também, é possível ver cartas roxas, como as descritas pela morte no livro.

2. A caveira e as borboletas são bem comuns. A caveira se faz presente na capa 1 e 5, bem tradicional, representa a morte física, o esqueleto humano é o que resta depois de roído pelos vermes, urh! Mas a borboleta, presente nas capas 2 e 5, pode ter vários sentidos, como dito acima ela pode representar a morte, ou como Bibi disse ela pode representar algo eterno.

Dentre tantas leituras, como muitos já falaram, nota-se que a borboleta está muito ligada a alma, já que ela se liberta do casulo como a alma que se liberta do corpo, para viver eternamente. Mas de início eu pensei na metamorfose da borboleta, onde a “morte” da lagarta da dá origem a borboleta, pode estar ligada a esta ponte entre morte e vida, já que a existência de uma é necessária para a da outra.

Não sei se isto tem muito sentido mas, o sentido, mas o nome da borboleta que tem a caveira atrás, a qual Saramago destaca, é Acherontia atropos e Átropos é o nome da terceira Parca da mitologia grega, cuja função é cortar o fio da vida. Uma engraçada coincidência, já que no livro a morte queria utilizá-la para substituir as cartas roxas.

Aqui muito já se foi falado sobre as borboletas, achei bastante interessante, descobrir que psyche, do grego além de significar a alma humana significa borboleta! No Japão borboleta significa além de um presságio de morte, a mulher, bom saber também já também, já que a figura feminina está presente em duas capas.

Particularmente, achei bem interessante a capa do México, possui uma mulher que, a meu ver, representa a morte, já que ela controla o tempo (sua cabeça é um relógio) e possui um fator decisivo: as cartas roxas! Quem leu o livro sabe que a morte passou a avisar as pessoas por meio de cartinhas que iam morrer.

3. Por ultimo último, a capa da Editora Leya, eu de início não tinha percebido que os possíveis cílios poderiam ser uma possível pena, mas o que mais me chamou atenção na capa foi a serenidade e tranqüilidade tranquilidade que ela passa. O branco no fundo e os cílios/pena passam uma idéia ideia de fragilidade, e ao mesmo tempo podem representar a morte, os olhos fechados que não abriram jamais do sono profundo. E a diferença está aí, todas as outras focam muito na questão da morte, mas de uma maneira sombria, e eu não vejo isso como um espelho da obra, pois Saramago tem o trabalho de desmistificar a morte em sua obra.

E o mais fantástico, de certa maneira, a capa mostra o fim do livro, mas ninguém poderia imaginar! O momento em que a morte fecha os olhos e dorme, pela primeira vez. Irônico, não? A morte fecha os olhos para humanidade, destituí-se destitui-se de seu cargo, para viver uma paixão. Sem dúvidas, gostei bastante desta capa!

Eu sei que não faz muito sentido, mas estava tentando achar outras leituras para a pena, não é muito boa…. mas não custa tentar. A pena me lembra também escrever (Harry Potter, brincadeirinha xD!) Poderia também esta relacionada ao destino, “o está escrito”. Eu disse não era muito boa, mas é uma hipótese.

Quaisquer equívocos, por favor, corrijam-me.
Marina Pedrosa 1 A

31 07 2009
jmaurob

A primeira impressão de um livro se dá através da capa, neste capa. Neste livro a caveira na capa chama atenção indicando mas indicando, mas não aprofundando do que se trata o livro.

Borboletas e caveiras são os elementos constantes nas capas, pois representa representam algo em relação à morte.

A Capa atual da Editora Leya de Portugal representa muito bem o que é o livro, o olho fechado pode representar muito bem a falta da morte ou o eterno descanso dela.

José Mauro 1° D

31 07 2009
Rebeca Mota

A caveira e a borbolota aparecem em várias edições diferentes, e ambas tem têm significados diferentes no meu ponto de vista, a vista. A caveira representa a morte, e a borboleta as mudanças que ocorrem nas nossas vidas, sendo a borbolota um animal que é sofre muitas mudanças. A ‘figura’ que eu achei que tem mais relação com o livro, e livro é a americana, justamente por mostrar a caveira e a borboletas, elementos que representam a morte, e as fases da vida, elentos elementos que são abordados no livro.

A ilustração que eu mais apreciei, por incrível que pareça, foi a da edição de Portugal, achei mais diferente, entendi como se a morte estivesse dormindo. Posso ter viajado, mas resolvi expressar a idéia ideia que veio na à minha cabeça ao ver a imagem!

Rebeca Mota 1ª A

31 07 2009
brunocarvalho10

1- Primeiramente observo que todas as capas possuem fatos e símbolos que apareceram no decorrer da história, por exemplo menos a capa da editora Leya, a capa da editora menos a capa da editora Leya. A capa da editora Caminho e Houghton Mifflin Harcourt (HMH), por exemplo, retratam um momento da narrativa quando o violoncelista estava no parque lendo um manual de entomologia e surge o comentário do narrador em relação a à borboleta, átropos (morte), na a qual possuí possui uma caveira desenhado desenhada em suas asas. Já a outra capa da editora Caminho que possuí possui a caveira seria a própria morte que morte, que é descrita várias vezes no livro inclusive é procurada pela polícia a partir de três caveiras. A capa da editora Aleaguara representa o momento em que a morte sai do guarda-roupa como mulher e passa as instruções para gadanha para que ele pudesse mandar as cartas no seu lugar quando estivesse fora.

2- Constante tanto a presença da caveira símbolo da morte em quase todo o mundo e da borboleta que é chamada de átropos que significa morte, além da personagem morte que está presente nesses na qual nessas as quais eu descrevi além descrevi, além de está estar representada como personagem na capa da editora Aleaguara. Outra coisa que pode ser destacado é a importância do autor em diversos países, pois seu nome na capa das editoras: Leya, Aleaguara e Caminho está tendo um maior destaque do que o próprio título.

3- Seria a primeira capa da editora Caminho pelo fato de que a própria morte já é apresentada pelo seu símbolo mundial a caveira como cartão de visita o leitor á leitor. A partir daí já podia começar a idealizar que a morte realmente teria um papel fundamental na história inclusive como personagem como aconteceu.

BRUNO CARVALHO. 1ºD.

31 07 2009
Rodrigo Barros

1- A capa do livro chama muita atenção do leitor, por ter estampada a foto de uma caveira em algumas das capas ou um “relógio da vida” prestes a chegar na hora da morte, ou um olho se fechando ou até de uma borboleta. A questão da morte, por ser muito discutida na nossa vida, pode até parecer estranho falar da morte, que para muitos é uma coisa ruim, em vida. Além da gravura, outra coisa que chama bastante a atenção de quem observa a capa, é a frase “Prêmio Nobel de Literatura” ou “Prêmio Nobel Companhia das Letras”, isso quer dizer que o autor desse livro ganhou prêmios em consequência da qualidade de suas obras.

2- Os elementos que mais predominam entre as capas são: a caveira e a borboleta. Tal fato se deve ao significado que ambos os elementos tem, como: o da caveira por representar uma pessoa morta e a borboleta, por ser tão frágil e morrer tão fácil. Ambos, neste contexto, representam a morte.

3- A capa que eu julgo ser a melhor é a capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA. Porque ela faz uma relação entre a caveira e a borboleta, fazendo a representação da morte bem explícita, sem questões a levantar, chamando bem a atenção dos leitores. Além de que ela apresenta o título que o autor da obra, José Saramago conquistou.
Contudo, acho que a capa da Editora Aleaguara, México, é muito interessante pois ela apresenta um mistério em sua gravura, pois ela mostra, aparentemente, uma mulher “dando as cartas”, ou seja, morrendo, pois o seu tempo de vida mostrado no relógio acabou.

Rodrigo Barros 1º C

31 07 2009
Bruna Moura

A capa de um livro transparece o conteúdo da obra sem muitos detalhes, já que estes estarão presentes no decorrer da leitura. É o primeiro contato que o leitor tem com a obra, tornando a capa parte muito importante devido a sua função de despertar o interesse do leitor ao livro.
Na minha opinião, as capas mais adequadas são as da Editora Leya e da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH). Analisando a capa da Leya, vejo que há uma ambiguidade no fato do olho fechado estar representando o “olho” da morte como um olho de ignorância, desinteresse, desprezo quanto ao fato de matar as pessoas e também o fato dela estar dormindo, como se a morte estivesse morta realmente.
Já a capa da HMH, EUA, mostra duas figuras: a caveira e a borboleta. A caveira representa a morte e, na minha opinião, o fato dela estar meio “apagada” quer dizer que ela está indo embora, se afastando. A borboleta representa as pessoas, pois em muitos países ela representa vida eterna.

1º C

31 07 2009
liviacaldas

Corrigindo então Bianca, as borboletas na minha opinião representam a alma humana, pois na mitologia grega a alma humana era representada por uma borboleta, já que para eles quando a pessoa morre, sua alma escapa do corpo na forma de uma borboleta. Por isso as borboletas representam a passagem da vida corpórea para a vida espiritual, ou seja a morte.

Lívia Caldas 1º C

31 07 2009
Professora Bianca

Pedro Paulo,

Mas na capa da edição americana a cor preta não destaca a caveira, pelo contrário, encobre seu tom cinza. Acho que o uso da cor, aí, não pode ser justificado como sendo para destacar os símbolos gráficos.

31 07 2009
Professora Bianca

Abelardo,

Viajou legal! 😛

31 07 2009
Professora Bianca

Márcia,

Bem lembrado: a capa pode ser um signo fechado ou aberto, como o título de um livro. Lembra da nossa discussão sobre os títulos dos capístulos de Terra Papagalli?

31 07 2009
josecarlosmello

1.As capas apresentavam um sentido forte para os olhares das pessoas, pois demonstravam algo que já se foi, como: Cranios crânios, uma pessoa sendo desfragmentada, um olho fechado,etc.
2.Sem duvida dúvida a caveira, foi o símbolo mais ultilizado utilizado nas capas, sendo algo que representasse a morte.
3.A terceira capa pois capa, pois demonstra ao mesmo tempo, um olho fechado, e uma pena, tentando espressar a morte de maneira mais suave.

31 07 2009
Professora Bianca

Eu nem vi ainda a capa de O Caderno!

Para quem se interessar, O Caderno é o novo livro de Saramago. É uma compilação dos textos que ele escreveu no blog dele nos últimos dois anos (não tenho certeza do tempo). São crônicas, textos sobre o cotidiano dele e do mundo, e não, não estão escritos no estilo saramaguiano. A pontuação (pelo menos no site) é toda tradicional. É uma boa pedida conhecer um pouco mais de Saramago via O caderno.

31 07 2009
Gabriela Calabria Lima de Sousa

1- Analisando as diferentes capas, percebemos que as 5 capas ‘julgaram’ importante colocar na mesma, que a obra fala sobre a morte. E as 5 diferentes editoras demonstraram essa importância através das imagens que ilustram as capas. Todas as imagens, apesar de diferentes, retratam algo relacionado com a morte. E como a capa do livro, como já foi dito, é a primeira impressão que o leitor tem do livro, as editoras exploraram essas imagens de diferentes formas, cada qual com seu mistério e sua tática para atrair a atenção do leitor.
2 – Nas duas capas da Editora Caminho, percebemos a presença da “caveira” símbolo da morte em muitos países hoje em dia. Esse elemento que se mostrou constante nessas duas capas é a peça chave da história. Uma vez que o enredo da mesma trata do interrupção de mortes numa certa cidade. E outro elemento que foi bastante repetido foi a “borboleta”, como já foi dito por várias pessoas aqui nesse tópico, a borboleta também guarda uma peça chave da história, pois a Acherontia Atropos é uma espécie de borboleta que possui um tipo de caveira nas asas, e como a ‘própria morte’ acha que mandar borboletas em vez de cartas violetas é um meio mais eficaz de que a morte se aproxima, a presença de borboletas nas capas como eu já disse, também é uma peça chave do enredo da história.
3 – Eu acredito que a capa atual da Editora Caminho, pois ela apresenta a borboleta, uma peça chave como eu disse e que possui muito mistério, em especial para quem nunca leu a história. A primeira pergunta que um leitor que nunca leu a história fará, é “Por que há uma borboleta na capa de um livro que trata sobre a morte?”. Devido a esse ar misterioso, eu achei muito bem produzida essa capa da Editora Caminho, por guardar um mistério chave da história.

Gabriela Calabria, 1º B

31 07 2009
Professora Bianca

Kevin,

Não é possível afirmar que os ilustradores não têm o menor conhecimento de história ou da cultura de um local. Pelo contrário: a diagramação de um livro é algo que requer planejamento, estudo, testes. Pode ter certeza de que uma editora nunca entregaria algo tão importante, como a ilustração da capa para um artista incompetente.

Importante você lembrar que as capas podem mudar de acordo com a recepção da obra, mudando o contato que o leitor tem com a edição. A história das capas dos livros nos mostram a história de sua recepção pelo público (ou pelo menos como as editoras planejaram esta recepção).

31 07 2009
Professora Bianca

Alexandre,

Só para confirmar: a caveira a que você se refere, na capa atual da Editora Caminho, é a que está na borboleta, não é?

31 07 2009
Professora Bianca

Marcela,

A capa a Companhia das Letras, para mim, juntos dessas, é o ó. É uma questão particular, eu não curto essa abstratação visual toda.

31 07 2009
Professora Bianca

Luiz Geraldo,

Muito bem lembrada esta questão da expectativa do público. A cultura local é sim um grande influenciador para que as capas sejam alteradas de país para país e também de edição para edição. Afinal, com o passar do tempo, das gerações, nossas percepções de mundo se alteram também!

31 07 2009
Professora Bianca

Raphaela,

Sobre a capa da Cia das Letras eu sou é mais Sócrates: só sei que nada sei.

Na boa, eu sou uma pessoa com uma imaginação muuuiiito fértil. Quase o Fantástico Mundo de Bobby. Mas, como diria o meu esposo, nessas horas “a minha sensibilidade não alcança”!

Eu não gosto da capa, não mesmo. Prefiro a da Leya ou a atual da Caminho.

31 07 2009
nando27118

1- As informações são antagônicas pois antagônicas, pois as edições são apresentadas em épocas diferentes o que logicamente traz o que, logicamente, traz a diferença de interpretações. Um elemento importantíssimo foi a presença da caveira, porém com formatos diferentes, o que em certas capas, são impercéptíves é imperceptível para alguns.
2- A caveira, que, mesmo em países diferentes, é um símbolo comum da morte. Elemento morte, elemento essencial na construção de uma capa desse tipo, pois simplifica bastante a noção de ser um livro que fala de morte, independente de como fala.
A presença de borboletas realça o espírito da capa, pois traz um lado ‘leve” da morte.
3- A última capa, pois a presença de uma borboleta colorida, com uma caveira no fundo, une a beleza da vida, com um fim trágico que é a morte, e que as às vezes é tratado como borboleta em eufemismos, mas, quase sempre, é um baque sem volta.
Fernando 1D

31 07 2009
Maria Eduarda Marques

Em todas as capas a autor retrata bem a morte, tanto com a caveira, que é um símbolo da morte, com a borboleta que borboleta, que também pode ser interpretada com símbolo da morte ou com a imagem da capa mexicana, que na minha opinião é que, na minha opinião, é uma pessoa representando a morte. A capa que eu mais gostei foi a que tem a borboleta, porque ele mostra a morte como um periodo de transformação, já que pra virar borboleta ela passa por uma transformação.

Maria Eduarda Marques 1° A

31 07 2009
marcela carvalheira

– A informação que o autor do livro quis que o leitor notasse de cara, foi a presença da morte em todo o livro, tal fato é demonstrado quando notamos que a caveira é uma imagem constante a todas as capas. Em algumas capas, temos a imagem de uma borboleta, o que nos leva a pensar em transformação, mudança, renovação, pelo fato da borboleta ser originada de um casulo que antes fora uma lagarta.

– O elemento constante nas capas é a caveira, e em algumas podemos encontrar a borboleta, pois são representações respectivas de morte e renovação como já havia dito.

– Na minha opinião a capa que melhor representa a obra é a segunda, onde não existe a imagem de uma caveira, imagem que representa a morte e geralmente nos leva ao pessimismo, ao invés disso, temos a imagem de uma borboleta que borboleta, que representa a renovação, ou melhor, a morte não é tão ruim como as pessoas achavam no inicio da história… as pessoas passam a observa-la observá-la de outra maneira no decorrer do livro, renovada. Sem falar na passagem entre uma vida e outra pela qual a lagarta passa antes de virar a borboleta!

1º A

31 07 2009
Catarina Lustosa

1- Pelo que observei, e que muitos citaram aqui também. As também, as capas mostradas dos livros em diferentes países chegam no final das contas a chegam, no final das contas, a uma mesma (ou aproximada) perspectiva, a de não simbolizar a morte propriamente dita, maismas sim que exija exigir uma análise do próprio leitor que de uma forma ou de outra acaba leitor, que, de uma forma ou de outra, acaba percebendo a semelhança das imagens com algo que represente a morte. E isso é muito importante, pois através da capa o leitor já pode ter uma ideia do que se trata o livro, e no caso de “As intermitências da morte”, o leitor já percebe que o livro se refere a à morte.

2- Os elementos são as caveiras e as borboletas. A caveira mostrada , primeiramente revela logo de cara que o livro se trata da morte. E no caso das borboletas, na minha opinião, ela se restringe elas se restringem ao entendimento de apenas quem fez a leitura do livro. Porém na opinião de quem tenta entendê-la sem ter lido, vê a borboleta com um significado bem distinto de quem vê a caveira.

3-A que representa melhor a mensagem do livro, é na minha opinião a é, na minha opinião, a do México. Pois México, pois nela apresentam ela apresenta fatores, que no meu ver, são bem semelhantes ao que acontecem no livro, deixando assim o leitor mais envolvido.

Catarina Lustosa 1ª A

31 07 2009
danielsal

A capa é o primeiro contato com o livro. É ela que você vê logo nas estantes das livrarias, nas vitrines, ou mesmo reproduzidas nas páginas de alguma revista que faça uma resenha literária da obra. Daí a importância do trabalho do artista gráfico – ele tem que resumir o livro numa imagem e atrair o leitor.

Em alguns casos, o próprio nome do autor já é uma atração, e como lembrou a professora Bianca, alguns algumas capas de livros trazem apenas o título do livro e o nome do autor. Neste caso , nós vemos que nas capas acima No caso das capas acima, nós vemos que procurou-se destacar o nome de Saramago, que em quatro das cinco capas vem maior que o título do livro, e em dois deles (o mexicano e o americano) ele é citado como ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, o que também acontece na edição brasileira – curiosamente, as três capas de Portugal não fazem essa referência. Em todas essas edições, buscou-se colocar uma ilustração que representasse o tema do livro, com figuras que lembram a morte, personagem central da história, desde a tradicional caveira até uma mulher vestida de preto, passando por uma borboleta que gera inúmeras interpretações. Quando se lê todo o livro, entende-se que essa figuras foram retiradas de determinadas partes do texto.
A capa da editora Leya é a que traz uma ilustração diferente, que provoca mais o leitor a pensar no seu significado: tanto pode ser uma pena como um olho fechado, que representaria o fim do ciclo da vida, com o fechar dos olhos, ou esse próprio ciclo em sua trajetória para o final, que seria a pena em queda. Essa na minha opinião é a melhor capa, apenas poderia ter outros tipos no título.

Daniel Lima 1ºC

31 07 2009
livia furtado

Das capas apresentadas eu pude perceber que em sua maioria essas capas apresentam a imagem de uma caveira e de uma borboleta, como também de cada um desses separadamente… ambos representam a morte de formas diferentes, a caveira de uma maneira mais forte, mais ‘feia’ e a borboleta como um reinicio reinício, um momento de transformação. Ou até mesmo, como a como a transformação, ou, até mesmo, como a intermintência da morte: antes uma lagarta (evitada por todos), entra no casulo, passa um tempo ali, e quando volta passa a ser ‘apreciada’ e é vista como algo mais belo, a borboleta. Por fim, são essas as imagens que mais chamam a atenção do leitor, dando uma breve ideia do que se trata a história.
A caveira foi mais constante, pois ela trata diretamente da morte que é o assunto principal do livro, e a borboleta pode nos trazer diversas ideias diferentes a respeito do assunto.
A capa que melhor representa a narrativa é a segunda capa, como muitas pessoas já tem têm mencionado, pois nela temos a imagem da borboleta que como eu mesma já disse, pode borboleta que, como eu mesma já disse, pode servir de exemplo para a intermintência da morte, o que é a história do livro, resumindo-a! Depois da morte ir embora e voltar, a população da cidade passou a enxerga-la enxergá-la com outros olhos, com os olhos de quem observa uma borboleta. (bem, a maioria das pessoas, porque eu não gosto muito delas…)

livia furtado – 1º A

31 07 2009
Fabiana Veloso

É pela capa que o leitor tem uma idéia do que ira irá ler nos livros deintermitências da morte à no livro As intermitências da morte. Há uma constância presença de caveiras e borboletas. A caveira é um dos mais significativos exemplos de morte ou coisa ruim, já a borboleta é muito interessante pois ela quer mostra a fase final da vida.

Fabiana Veloso 1° F

31 07 2009
Felipe Macedo de Morais Pinto

As capas das editoras Caminho e Editora Houghton Mifflin Harcourt apresentam o óbvio, ilustrando uma ideia comumente relacionada à morte, com a intenção de ressaltar sua presença como protagonista no livro. Analisando melhor as capas e seus elementos, dando até uma “viajada”, pode-se entender várias coisas.

Na antiga capa da editora Caminho, ao olhar tudo ao olhar, tudo que se vê é uma caveira, mas forçando um pouco a interpretação, é uma caveira meio que desgastada, o que, talvez, possa ser entendido como uma descaracterização da morte, que deixa de matar: a única coisa que faz.

Na capa atual da editora Caminho, há a borboleta, que pode ser vista de várias maneiras, como por exemplo, a ideia da ressurreição de lagarta para borboleta, o sentido de imortalidade que algumas culturas dão a ela, pois, a pois a morte, apesar de ser morte, contra toda sua natureza, não morre, a ideia de liberdade que uma borboleta tem, que a morte passa a experimentar. E a que eu prefiro: as pessoas têm medo de morrer, medo da morte. Um medo natural, irracional, mas a borboleta expressa beleza, vida, alegria. Disso, é possível pensar, até onde a morte é tão feia, tão horrível, até onde borboletas são tão lindas, se até as borboletas morrem, se elas carregam a marca da morte marca, e todos nós seres vivos também, pois a única certeza que existe é que vamos morrer, talvez por isso, seja a mais temida.

Na capa atual da editora Leya, que acho a melhor para expressar a obra, o olho fechado expressa coisas diferentes, dependendo dos olhos do quem vê. Podem ser olhos fechados para sempre, num sono do qual não vão acordar.
Podem ser olhos fechados para a verdade, quem não quer encarar o fato de que vai morrer, e talvez por isso não morreu, se arrependeu.
Podem ser olhos fechados da morte, pouco se importando com os vivos, punindo-os pela sua eterna ingratidão.
Podem ser olhos fechados chorando, por quem faleceu, ou por quem só deseja falecer e nem ao menos esse último, trágico desejo, é atendido.

Na capa da editora Aleaguara, a morte, uma mulher vestida de preto, pois essa é sua cor, com relógios, ou seja, o tempo, na cabeça, pois cada um tem sua hora, e ela, sempre foi, é e será, e as cartas na sua mão, as temidas cartas que condenam alguém a morrer, quer dizer, a morte tem a vida em sua mão.
Pessoalmente não gostei muito para atender a função de capa, pois só é possível entender seu significado após a leitura do livro, e quando alguém entra na livraria e olha a capa do livro, que deveria interessá-la a comprar, não entende absolutamente nada, já que ninguém compra livro que já leu.

E na capa da editora Editora Houghton Mifflin Harcourt, a caveira, clássico ícone da morte, junto da borboleta, cujos significados que eu vi já mencionei.

Por fora, a capa da Companhia Das Letras, o que eu vejo nela é um túmulo, formado por diversas folhas (ou seja, as cartas) com um vulto de uma pessoa. Não é muito difícil de perceber, só olhar de perto.

31 07 2009
Lorraine

A capa de um livro é que desperta o desejo, o prazer da leitura. O que está estampado é que faz com que, o leitor tenha curiosidade de ler o livro. Em duas dessas capas notasse nota-se duas figuras, a caveira e a borboleta. A caveira normalmente está com o intuito de nos mostrar que o que tememos na maioria das vezes estará presente no livro, no caso: a MORTE. Já a borboleta, se borboleta se expressa de forma viva, como se anunciassem anunciasse alegrias, vários alegrias. Vários significados podem ser dados à borboleta, vida, alegria, depende também da cultura que se têm tem. Instalando uma conexão entre a história de Saramago e a figura da borboleta, podemos dizer que a borboleta é o símbolo da alma IMORTAL. A borboleta está presente em capas de diferentes países, assim como a caveira.
A capa que, pra mim, se identificou-se melhor com a história apresentada por Saramago, foi Capa da Editora Houghton Mifflin Harcourt (HMH), EUA. Já EUA, já que apresenta a caveira e a borboleta. Dois a borboleta, dois símbolos divergentes em seus significados, um a morte e o outro a imortalidade.

31 07 2009
Danyel Santiago

Danyel Santiago 1º F
As várias capas de “As intermitências da morte” trazem em comum a caveira, a borboleta… coisas que representam a morte, mas pode ter certeza que todas as capas tem têm em comum esse clima de mistério, que acaba atraindo o leitor a história. A capa que mas chamou a minha atenção foi a da editora dos Estados Unidos que Unidos, que com grande perfeição conseguiu trazer a borboleta e a caveira.

31 07 2009
ulisses batista de oliveira salzano ferraz

eu Eu achei interessante a capa da editora aleaguara Editora Aleaguara, pois mostra que a morte está entrelaçada com o tempo, e as cartas são os registros que deixamos.

31 07 2009
valeriauchoa

1) Pode-se perceber em duas capas a presença da borboleta, pois ela além de demonstrar uma vida passageira, representa a morte em alguns pontos de vista. Outra capa que chamou a atenção é a da caveira, ela traz o mesmo objetivo das borboletas, mas desta vez para outro público que a considera símbolo da morte.

2) A caveira ou até mesmo a borboleta. São presentes nas capas por representarem a morte, mesmo não tendo esse significado para todas as pessoas, os símbolos representam tal tema.

3) Acho que a que melhor representa a morte é a primeira, pois embora existindo muitos outros símbolos que a demonstrem, a que chega a ser mais próxima, no meu ponto de vista, é a caveira. Além de representá-la de um jeito mais direto, pode até causar um certo amedrontamento.

Valéria Uchôa 1º ano C

31 07 2009
karllakarimyrodriguesdesouza

Observa-se que na a maioria das capas utiliza-se de caveiras, um símbolo que bem representa a morte, porém o livro fala de uma situação em que ninguém morre, então podemos julgar que esse símbolo foi escolhido apenas para combinar com o título. Podemos observar também o uso frequente de cores como branco e preto. Nas capas do EUA e do Brasil, utilizou-se uma borboleta, com cores escuras na capa ou com o uso de uma caveira, com o intuito de mostrar na obra que a morte, pode ser representada de acordo com o que as pessoas realmente acham dela, por exemplo a cor preta e a caveira, e o lado que ninguém nunca enxerga da morte, ultilizando- se utilizando para isso as borboletas, e é exatamente sobre isso que o livro trata.
A capa que eu julgo que melhor apresenta a obra de Saramago é a do EUA, porque na minha opinião é a que melhor representa o tema central do livro.

Karlla Karimy 1 E

31 07 2009
eduardo110

Pra mim uma das primeiras coisas que chamam você para ler um texto, ver um filme e outros é a sua capa, nela as às vezes notamos o que aquele livro ou filme quer tratar.

Gostei da segunda capa pois capa, pois todos pensam que a borboleta é só um símbolo bonito fragil bonito, frágil, mas também pode ser vista como a simbolização da metamorfose, mas o que isso teria de ligação com o livro? Talvez a mudança de repente da morte ter parado de acontecer isso acontecer, isso esclareceria a caveira nas costas da borboleta na capa. Acho que pra mim o ditado que diz “não julge um livro pela capa” não serve muito.

31 07 2009
rafaelalves94

1- A capa é a fonte que o autor tem de chamar a atenção do leitor, se ele capricha na capa e tem um bom conteúdo é sucesso certo, mas como mas, como você mesmo falou professora falou, professora, alguns livros trazem capas perfeitas e péssimos conteúdos, mas caprichar na capa sempre é muito importante devido ser o primeiro contato do leitor com o livro, tentando chamar sua atenção logo no primeiro contato.

2- O principal elemento é a imagem, cabe a à imagem representar boa parte do que irá se passar no livro, mostrar ao leitor o que ele vai encontrar naquele livro, nas 3 nele. As 3 imagens, lembra imagens lembram morte, como um bom exemplo a presença de caveiras nas imagens, ou copo na copo. Na capa 4 um relógio querendo representar representa um tempo de vida. Na A capa 3 na minha opnião mostra 3, na minha opinião, mostra 2 coisas, um olho fechado mostrando morte, e a outra forma é que quer mostrar que se fecharmos os olhos e pensarmos, veremos que sem a morte tudo seria um verdadeiro caos como o livro nos mostra, que a falta da morte poderia tornar tudo uma verdadeira catástrofe. Todas as capas falam de morte, mas algumas de um modo diferente.

3- Como eu já falei no item 2, na minha opnião opinião, a capa 3 trás traz 2 significados. Devido esses Devido a esses 2 significados que resumem perfeitamente o que se passa no livro, eu acho que a capa 3 seria a mais completa e que o resumiria melhor o que se passa no livro, que a todo momento fala de morte, e mostra o que a falta da morte causaria no mundo.

Rafael Alves 1ºC

31 07 2009
TerezaCalabria

1- A partir da diversidade de cores e imagens que temos, todas as editoras tentam retratar a idéia ideia central do livro: a morte. Como a primeira impressão é a que fica, tentam fazer o mais atraente possível.

2- Os elementos mais presentes são, a borboleta e a caveira, pois representam a morte em diversos lugares, sendo assim uma simbologia de fácil entendimento.

3- A capa que eu julgo que melhor representa a obra é a dos EUA, porque é a que melhor mostra a idéia ideia central do livro. Pois quado quando você pensa na borboleta, você pensa que ela, meio que morre para recomeçar.

Tereza Calabria 1º C

31 07 2009
alicesoutomaior

A capa realmente chama a atenção do leitor. Achei que todas representaram bem o livro, principalmente as que tem têm a caveira (símbolo ligado à morte). mas Mas a capa que melhor representa, em minha opinião, foi a capa da Editora Aleaguara, do México, pois retrata o livro de maneira bem interessante. O relógio pela metade representa o tempo da vida, como se não houvesse limite, ou seja, a imortalidade, e a mulher jogando as cartas como se estivesse enviando-as para alguém representa a morte.

1 08 2009
thiagohollanda

A capa do livro tem que representar a idéia ideia central da narrativa, A a morte.

Sim. A representação pelo silio cílio de uma mulher e a figura de uma mulher da mesma, a qual seja que é a morte. A caveira, que é a imagem do corpo após sua falência, E e a borboleta a qual Saramago faz uma metafora metáfora na sua obra.
A do México ja já que se refee refere a um personagem que é o principio princípio da historia história.

1ºD

1 08 2009
Paulo Lima

A capa de um livro leva-nos a ter a curiosidade em lê-lo. É a primeira impressão ou o primeiro “convite” para penetrar naquele mundo desconhecido. A 1ª capa, (Ed.Caminho) faz uma representação bastante óbvia do tema da obra em relação ao título. Nada acrescenta. Na 2ªcapa, ( Ed.Caminho) a representação de uma borboleta nos convida a pensar nessa “cessação temporária” como um nascimento, ou melhor, “renascimento”. abrindo “renascimento”. abrindo as portas de nosso pensamento e nossa curiosidade para uma reflexão maior sobre o tema. A 3ª capa (Ed.Leya) 3ª capa, (Ed.Leya) já nos convida a descobrir que segredos guarda essa mulher misteriosa de olhos cerrados, provisoria provisória ou definitivamente, Sensacional sensacional. A 4ª capa, (Ed. Aleaguara), a melhor, a morte assume características humanas (fábula?), distribui suas mensagens à população com a autoridade que lhe compete e com o relógio da vida ou o relógio do “tempo da vida”, marcando o início e o fim. Traz dentro de si tudo o que existe no mundo e disso tem o domínio. Leva-nos como leitor a querer entender essa mensagem.

Paulo Fernando 1º D

4 08 2009
Professora Bianca

Fabiana Veloso,

Seu comentário foi superficial.

4 08 2009
Professora Bianca

Ulisses,

É uma perspectiva interessante, a sua, mas crei oque a cor das cartas não permite que pensemos nos registros que deixamos na vida, pois é uma referência direta às cartas enviadas pela morte para avisar que ela está para chegar. Observe que a cor é a mesma.

4 08 2009
Professora Bianca

Tereza Calábria,
Seu comentário foi superficial.

4 08 2009
Professora Bianca

Tiago Hollanda,
Seu comentário não trouxe contribuições efetivas para o tópico.

4 08 2009
Professora Bianca

Cassandra,

Seu comentário foi superficial.

4 08 2009
Professora Bianca

Osvaldo,

O leitor, ao ver que o livro foi produzido por Saramago, pode ter uma noção de como o tema será abordado, mas não do tema em si. Essas informações são transmitidas pelos outros elementos contantes na capa.

4 08 2009
Professora Bianca

Melina,

Achei um pouco incoerente você afirmar que a caveira, aparentemente o elemento gráfico mais óbvio para uma referência à morte é o melhor símbolo, se você considera que a gravura dever ter um certo mistério.

4 08 2009
Professora Bianca

Victoria Arruda,

Seu comentário foi superficial.

4 08 2009
Professora Bianca

Arthur Amorim,

Seu comentário foi superficial.

12 08 2009
Professora Bianca

Daniel Belian,

As borboletas não informam à pessoa que ela irá morrer. A morte só pensa nas borboletas como mensageiras depois que já escolheu as cartas para fazer isso (e anunciar que serão as cartas).

Sua justificativa foi superficial. O que você considera simplicidade da morte?

12 08 2009
Professora Bianca

Melyna,

Apenas em duas capas prevalecem cores escuras (a da HMH e a da Aleaguara). Nas duas capas da Editora Caminho as cores são claras (em uma berrante até, no contraste entre amarelo e azul intensos) e também na capa da Editora Leya. Seu argumento sobre as cores, então, não procede.
Sua justificativa pela escolha da capa foi superficial.

12 08 2009
Professora Bianca

Lucas Vasconcelos,

Sua participação não trouxe elementos novos à nossa discussão.

12 08 2009
Professora Bianca

Leandro,

A percepção da caveira como símbolo de desgraça e má sorte foi bem lembrada. Não é à toa que nos navios piratas as bandeiras costumavam ostentar caveiras: era um sinal de que aquela embarcação e seus tripulantes não pertenciam a nenhuma ordem cosntituída e que deveriam ser temidos, pois traziam desgraça (os saques e afundamentos) às outras embarcações.

12 08 2009
Professora Bianca

Priscila,

Excelente análise!! Parabéns!!

12 08 2009
Professora Bianca

Fernando,

Sua análise entrou em contradição. Você considerou a borboleta como um símbolo de morte nas reflexões sobre as capas, mas, ao estabelecer um critério para escolher a sua, a borboleta recebeu outro significado. É claro que a ambiguidade de um símbolo deve ser considerada nas leituras, mas se você opta por evidenciar a ambiguidade, isso precisa estar claro desde o início.

12 08 2009
Professora Bianca

Marcela,

Se a borboleta nasce do casulo, não deveria ser um símbolo de vida, apenas?
Seu comentário não acrescentou novas ideias à nossa discussão.

12 08 2009
Professora Bianca

Ulisses e pessoas,

Essa relação da morte como dona do tempo lembra o mito das Parcas (ou Moiras – Parcas em Roma, Moiras na Grécia). As Parcas, segundo a mitologia grega, são três irmãs responsáveis pelo fio da vida dos seres humanos. Cada uma dessas irmãs tem uma função específica: uma delas tece o fio da vida (na mitologia grega era Cloto, não sei o nome na romana), a outra é a terrível divindade que define qual comprimento o fio da vida deve ter (em grego o nome é Láquesis) e a terceira era a que cortava o fio da vida, ou seja, que interrompia na medida em que ele deveria ter. O nome desta terceira irmã era… Atropos. Notaram esse nome em algum lugar? 😉
Veja que as Parcas, então, têm o controle do tempo da vida humana, já que Láquesis define o tamanho do fio, o tempo que o ser humano tem para viver.

12 08 2009
Professora Bianca

Taís,

Seu comentário foi superficial.

12 08 2009
Professora Bianca

Juliana,

Não entendi o que você quer dizer com “Já a capa do México mostra os problemas que a falta da morte causa”. Que elementos dessa capa fazem isso?
O que há na capa da HMH que pode assustar os leitores?

E uma correção: a morte chega a pensar na possibilidade de usar as borboletas, mas ela não as troca pelas cartas não.

12 08 2009
Professora Bianca

Isabela,

Eu nem tinha reparado nas diferenças tão consistentes das capas portuguesas. Acho que a capa da Editora Leya e a capa atual da Caminho têm em comum a busca por uma expressão estética mais minimalista, mais suave. Mas ainda assim, realmente a diferença entre os elementos simbólicos é gritante mesmo. Boa observação.

12 08 2009
Professora Bianca

Pedro Henrique,

Seu comentário foi superficial.

12 08 2009
Professora Bianca

Henrique Colares,

Excelentes reflexões! Eu só acho que a conexão borboleta – vida é uma possibilidade válida sim, já que a sua saída de um casulo se assemelha à saída do útero e, ganhando asas, ela tem uma liberdade plena. Para aqueles que acreditam numa vida após a morte, a borboleta acaba representado esta vida imortal. Isso me faz lembrar, por sinal, de uma coisa que provavelmente vocês nunca ouviram falar, mas se brincar no Youtube dá para desencavar alguma coisa. Lá pelos anos 90 houve uma novela da global chamada Pedra sobre Pedra. Nela, um personagem mulherengo (Jorge Tadeu) foi assassinado em sua própria cama e quando as mulheres da cidade, suas diversas amantes, encontraram o corpo, ele estava coberto por várias borboletas. Elas abriram a janela do quarto e um das borboletas, uma borboleta monarca (eu acho) grande, que estava exatamente sobre a mancha de sangue do ferimento, saiu voando. Aí alguém falava que era a alma de Jorge Tadeu indo embora.

Em tempo: sua consideração sobre o fim da narrativa foi MUITO relevante. Mas eu tenho minhas dúvidas de que ela tenha se tornado completamente humana, já que ela escolheu um corpo para vestir e, aparentemente, poderia desvesti-lo depois. Fico pensando sempre no que acontece depois disso… Será que com o tempo e os desgastes da convivência amorosa a morte vai querer deixar de se passar por humana e voltar a ser morte? Seria possível??

13 08 2009
Professora Bianca

Marina,

ARRASOU!!! Excelentes análises, parabéns! Como eu havia mencionado no post dirigido ao comentário de Ulisses, Átropos tem tudo a ver com a obra!

Eu fico tão orgulhosa quando eu vejo a dedicação de vocês assim!!!

E sim, a leitura da pena é perfeitamente possível!

13 08 2009
Professora Bianca

José Mauro,

Seu comentário não trouxe novas contribuições à nossa discussão.

13 08 2009
Professora Bianca

Rebeca Mota,

A impressão do dormir faz todo sentido, como apontou Marina no comentário anterior ao seu!

13 08 2009
Professora Bianca

Bruno,

Importante você lembrar essas passagens do texto: a da visita pessoal da morte ao violoncelista e a busca pela morte como sendo um ser do sexo feminino. Será que é uma referência à Atropos mitológica??

13 08 2009
Professora Bianca

José Carlos,

Interessante você notar que, excetuando-se a capa atual da Caminho (já que a caveira é um detalhe, fica disfarçada na borboleta) e a capa da Leya, todas as outras se constroem com imagens que têm seu elemento de choque (visualmente até pelas cores, no caso da primeira capa da Caminho).

13 08 2009
Professora Bianca

Fernando,

Interessante você lembrar como nos referimos à morte quase sempre com eufemismos. Isso me lembra uma das cenas de que mais gosto em Patch Adams. O protagonista tenta ajudar um paciente terminal que tem um temperamento terrível e só consegue se aproximar dele realmente quando escolhe falar sobre morte. Ele vai com um dicionário enorme e começa a ler definições de morrer e expressões sinônimas, uma série de eufemismos.

Você deveria esclarecer um pouco mais que diferenças de interpretações são essas que as épocas diferentes das edições provocam. Eu não entendi se o que você considerou como intepretação diferente é a leitura que as capas fazem da obra ou a que os leitores (da capa e da obra) fazem do texto.

13 08 2009
Professora Bianca

Maria Eduarda Marques,

Seu comentário foi superficial.

13 08 2009
Professora Bianca

Catarina,

A linguagem simbólico pressupõe sempre esse trabalho ativo do leitor ao qual você se referiu. Justamente por símbolos poderem ser ambíguos é a capacidade de interpretação, de conexão entre contextos e signficados que vai construir o olhar sobre a obra, a leitura.

Você precisa desenvolver mais suas ideias.

13 08 2009
Professora Bianca

Felipe Macedo,

Quanto à capa da Cia das Letras, é, pode ser um túmulo. Pra mim é uma viagem das ruins, porque comparando com as outras edições, fico sempre achando que falta essa conexão entre projeto visual, obra e leitor. Não gosto mesmo!

13 08 2009
Professora Bianca

Danyel Santiago,

Seu comentário foi superficial.

13 08 2009
Professora Bianca

Eduardo Arcoverde,

Se a borboleta é livre e pode mover-se para onde quer, a morte estar parada não deveria ser uma conexão com a crisálida (a borboleta em casulo) e não com a borboleta adulta?

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